CAPITULO 17 - PARTE 2
Eu Sabia Que Você Era Problema
E estava tendo um sonho bom, estava sonhando com meus pais novamente. Quando escuto sussurros.
[...]
Karen?...
- hã? Justin, você está fazendo o que aqui?
- Tó com dor na cabeça e...
- Já entendi - me retirei da cama dando uma leve espriguissada e bocejando.
- Desculpe ter te acordado.
- Tudo bem. Você ainda está bêbado fique deitado que eu já volto.
- Não, eu quero te acompanhar.
- Como assim? - ri
Justin nada falou apenas sorriu pra ela olhando fixamente em seus olhos azuis.
Karen abaixou a cabeça sorrindo e falando:
- Você é engraçado.
- E você é a doutora mais linda que eu já vi.
Fingi não ter escutado nada. Não vou ser hipócrita eu gostei ele tem um jeito engraçado mas bonito, ele é marrento e atirado aaaah vocês já sabem.
Coloquei um remédio pra ele e coloquei levemente em sua boca.
- De nada - falei
Justin sorriu
- O que te fez beber tanto Justin?
- você.
- eu? - sorri abestalhadamente
- é você - Justin respondeu sorrindo
- e o que foi que eu te fiz? - senti Justin olhando minha boca por uns segundo e logo ele falou "é..." e veio se aproximando até a mim e eu recuei.
- Não Justin...
- Não nada Karen - Justin veio se aproximando de mim fazendo nossos corpos ficarem justos e sua boca foi vindo sobre a resta de meus lábios cariciando meu rosto e meus cabelos. Eu não sabia o que fazia. Mas eu não precisei fazer nada, Justin simplesmente fez tudo. Tudo além do que eu imaginaria pra ser sincera. Ele veio com o romantismo ao me tocar que eu por um momento estranhei por aquilo está vindo dele.
Ele entrelaçou a mão em minha cintura com uma delicadeza e de um jeito forte me fazendo olhar atentamento seus olhos.
Eu fui tirando sua roupa a cada beijo que se esquentava. E ele a minha, sua boca molhada me dava uma desejo de deitar com ele até o fim dos tempos.
Ele pôs a mão em meu sutiã abrindo ferozmente e percebi que sua respiração ficava cada vez mas rápida e o seu corpo cada vez se contraia ao meu.
Quando percebi eu já estava em meu quarto com o corpo dele em cima de mim. Ele chupava meus seios acariciando meu corpo na lateral de minha barriga.
Seu beijo era tão encantador e quente. Eu estava nas nuvens. Nunca sentir tamanho prazer ao lado de um homem. Seu corpo... ele... esse momento... estava sendo inacreditável e surpreendente.
A cada beijo dado em meu corpo me trazia emoções que eu jamais tinha sentido. Foi como se ele estivesse me ressuscitando, ressuscitando minha alma.
Justin estava penetrando rápido em mim eu estava indo a loucura e ele também. a cada movimento ele ia até minha boca e a mordia fazendo me virar com a cabeça para o lado de tamanho prazer. Ele me virou, pegando em minha bunda e a apertando e acelerando o ritmo.
Ficamos alí fazendo amor até "cansar". Deitei pensativa em seu lado e meus pensamentos foram interrompidos por aquele jovem atraente em minha cama.
- Você é ótima.
Apenas sorri, não sabia direito o que falar, jamais fiquei e me sentir assim com alguém, essa situação é diferente pra mim.
Justin de continuidade. não ao assunto eles, mas sim a ele, Justin.
- Eu acho incrível, como ser feliz, incomoda tanto as pessoas...
- Como assim? - falei atentamente
- Eu tinha uma vida boa... mas a destruirão. E agora eu sou esse nada.
Continuei olhando pra ele e falei:
- Se quiser me contar alguma coisa, eu estou aqui.
- Você não me conhece Karen! Você não sabe minha história. Você só vai ouvir e pronto. eu senti, eu vivi.
- Ah e você acha que a minha vida é e foi um mar de flores?
- Eu morei na rua sabia? passei fome, tive que roubar pra sobreviver, vir cenas horríveis durante a noite. Eu enfrentava a morte todos os dias. Sempre tinha algum malandro com quem queria brigar. Queria o lugar onde eu dormia - simples papelões que davam como uma cama - Você não viu garotas sendo estrupadas ou a policia lhe socando até você desmaiar você não passou pelo o que eu passei.
- Desculpe...
- Mas eu aprendi uma lição sabia? Nunca confie em ninguém.
- Infelizmente a vida é dura... e suja Justin mas você está mudado tem um bom apartamento, trabalha!
- Você que pensa.
O que ele estava querendo me dizer? Aquilo me fez pensar mas talvez ele não queira me falar, e eu o respeito.
- Estou falando merda não é? Não tenho que te encher com meus problemas.
- Não se sinta intimidado comigo. Eu não vou te julgar por nada.
Ele me olhava atentamento como se quisesse me falar algo mas sempre recuava. Eu percebia que sua mente estava escura, ele precisava falar algo mas não sabia o que. Isso me intrigava de um modo... Eu apenas fui fazendo fluir nossa conversa. queria saber sobre ele, talvez o ajudar, eu necessitava ajuda-lo. Não sabia o porque queria fazer isso, mas gostava do que o destino estava me propondo.
Sua mente parecia entrar em uma solidão que até ali talvez ele não conhecia... Então fui lhe fazendo algumas perguntas pra tentar extrair algo.
- Os seus pais te largaram? - indaguei
- Não.
Olhei atenciosamente sua expressão que logo surgira em seu rosto. Uma expressão enfurecida.
- Meus pais não tiveram culpa de nada. simplesmente esse BOM DEUS -falou irônico- deixou que tirassem os de mim.
- Eles morreram? - falei tão baixo que por pouco ele não escutou
- Os mataram - chora
Esse choro foi como se desde a morte dos seus pais ele nunca tivesse aparecido, sendo empurrado e enterrado por outras emoções. um choro guardado a anos que por acaso só se libertou ali. Suas lágrimas caiam impiedosamente em seu rosto e eu só conseguia escutar algo: "desgraçados".
Sua marra toda tinha ido embora, eu agora só conseguia ver um menino frágil por fora, mas sabia o grande homem que tem por dentro. Não sei como explicar, mas conseguia ver força em sua alma.
Toquei nas mãos do Justin e falei tentando o conforta do meu jeito como Karen não mas como uma psicologa:
- Sorri?
- Como? - riu
- Assim mesmo - sorri também
[ ... ]
"Eu simplesmente amei escrever cada detalhe desse capítulo, então... espero que também o amem.'' - Brenda
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