CONTINUAÇÃO ...
P.O.V karen
acordei e Justin não estava mais do meu lado, droga, eu queria que ele estivesse aqui. levantei preguiçosa e caminhei até o banheiro molhando meu rosto, ficando mais desperta. 2 minutos parada e inevitavelmente justin veio em minha mente, a conversa que nós tivemos ontem, o choro dele, aquilo me tocou, eu nunca imaginei que veria aquele garoto marrento e grosso chorar. Isso só comprova que ele tem um coração coisa que antes não vou negar que duvidava.
me arrumei, já estava atrasada pra ir pro hospital, hoje teria que conversar por mais tempo com jack, eu tinha que descobrir o foco de toda a pertubação dele. Caso ele esteja com problemas psicológicos.
- bom dia dona karen. - a recepcionista falou simpática e karen respondeu entrando
- dia bom. - respondi
caminhei rápido até o quarto de jack e lá estava ele, sentado ao chão com uma folha de papel e lápis em sua mão, ele tinha desenhado algo.
- Oi jack, como você esta?
- bem doutora, olha o que desenhei pra senhora - jack entregou a folha de papel a karen que se assustou com o desenho.
- essa sou eu? - perguntou - e quem é esse garoto ao meu lado? - era um menino loiro, de olhos pintados de verde.
- Esse é o seu namorado doutora, eles me disseram que você o namorava - jack falou levantando olhando no olhos de Karen enquanto segurava uma de suas mãos - eles me disseram que ele não presta, ele não é um bom garoto, ele quer me pegar doutora ele quer me pegar - jack falou frustado e nervoso.
Jack parecia mais pertubado que nunca, pensava que ele havia melhorado, um pouco pelo menos mais acho que estava errada.
passei muito tempo mesmo com ele, quando percebi já era tarde, 06 da noite , eu tinha passado o dia com jack, as vezes conversando analisando-o, o observando e anotando tudo e qualquer comportamento estranho dele, estou vendo que vou ter bastante trabalho pela frente.
Mas do jeito que ele se comporta é como se estivesse atuando em minha frente. Mas eis a questão: Esse é seu modo de agir ao contato com as pessoas, ou simplesmente um falsete para fugir da liberdade, da polícia americana.
Estava tarde quando resolvi ir pra casa, jack havia dormido. estava arrumando meus papeis quando escutei uma zoada estranha vindo do lado de fora, no corredor. deixei todos os papeis lá e fui ver o que era, nada naquele corredor, caminhei uns metros e me assustei com a cena que vi.
Eu não estava acreditando naquilo que acabará de ver, era assustador. Eu não sabia se tinha medo, nojo ou raiva. simplesmente gritei tremula:
- Não! Por favor Não!
- Karen? - Falou constrangido
- Você está louco? solte essa arma Justin, solte!
Justin suspirou - Não era assim que devia ser.
- Você vai mata-lo Justin?
Quando virei procurando o Cody, simplesmente eu fui puxada de maneira tão bruta que meu braço chegou a doer fortemente. Quando virei para ver quem era...
- sorriu sarcasticamente - Justin Justin... Você é e sempre será um tolo pensando que pode comigo.
Eu não estava acreditando nesta cena.
Olhei nos olhos de justin agora como se pedindo ajuda. porque eu fui parar ali?
- Você que é idiota! pega mulher porque não pode dar conta de mim não é? agora quem está com a arma? quem está no comando?
- Gargalhou - E você acha que é você? - Cody deixa a doutora Karen de joelhos, ela chorava, agora estava em choque. Dava para ver em seus olhos que ela tentava se acalmar de algum modo. Ela tinha medo, mas em seu sub consciente Karen rezava, implorando por uma chance de viver. e sem ela mesmo perceber também implorou pela vida de Justin.
Agora Cody tinha colocado uma faca pequena, porém com a capacidade de mata-la.
Justin parecia sob controle sobre a situação, não fisicamente mas sim mentalmente. Em sua mente tinha surgido um plano. Não um plano infalível do cebolinha que ia dar errado, mas sim um plano cuja a sua razão tinha de dar certo.
Justin mirou a arma sobre a cabeça de Cody e falou:
- Pode mata-la, você também irá junto.
Aquelas palavras soaram para Cody como se alguém estivesse ali apertando sua garganta.
- E o que vai ser de você justin? Vai voltar a morar na rua? Roubar para tentar sobreviver feito um rato?
- Vou fazer melhor... quando Justin ia dar continuação Jack tinha entrado sem ele perceber e só viu quando ele gritou:
- Justin Drew Bieber é você? - seus olhos brilhavam
Cody tinha percebido ali que Jack tinha se lembrado de Justin, da sua história e de forma geral da sua família.
Justin já estava ficando louco, antes ele tinha que matar o louco cujo é Jack, mas agora tinha que matar Cody, e não sabia se ainda mata o Jack ou não. Seu sangue se esquentava, porém não saia do canto, seu corpo ainda doía dos socos e chutes dados.
Então sem resposta de Justin ele olhou para Cody e falou:
- Então ele era o cara que ia me matar Cody? E ele realmente ia não era? Meu voo foi cancelado... então para Jack as coisas ali estavam começando a abrir num desfecho tão cruo e duro para si. Apesar de Cody ser um completo psicopata ele era seu "amigo" pelo menos até ali, quando a mascara dele caiu. Jack continuou - Ele realmente tinha que me matar não é? só que você não tinha me visto aqui, então resolveu mata-lo logo. Você me enganou, você o enganou.
Jack agora gritou com todas as suas forças:
- JUSTIN SE VOCÊ SE LEMBRA DE MIM, ME DÊ A ARMA QUE EU ACABO COM ESSE MONSTRO - a palavra "monstro" veio com cuspes de tanta dor que o Jack estava sentindo. O jack não tinha mas amigos, o único e talvez podia agora ser o justin.
- Droga! Droga! Da pra calar a merda da boca de vocês!
Então justin olhou pros olhos azuis de Karen e olhou para a saída, tentando faze-la entender que ela tinha que correr. Então ela acenou com lágrimas nos olhos para ele e sussurrou:
- Me ajuda
Justin olhou para Karen, sentiu uma dor enorme, não queria que nada acontecesse com ela. E ele não deixaria nada acontecer com ela. Ninguém mas iria tirar nada dele.
Tiros vinham a tona e Karen conseguiu levantar e andou 6 passos para trás para ser precisa. E ficou imóvel.
- Eu... Não acredito... - falou com uma voz arranhada.
- ENTÃO QUEM É VOCÊ? - indagou Justin
Justin tinha dado um tiro na testa de Cody. Cody pôs a mão no sangue que escorria em seu rosto com olhos arregalados como não acreditando, ele tentou falar algo mas caiu numa morte silenciosa.
- Amigo de Mark e Lauren, seus pais Justin - enfim Jack respondeu
- Não dê um passo - Justin foi caminhando até Karen, tocou em seu rosto mas Karen recuou e falou:
- Não me toque - seu sangue começou a ferve, ela estava incrédula, Justin acabará de matar alguém.
Interrompendo justin e karen, Jack falou:
- Você está trabalhando com o Wood. só pode... - falou pensativo - está não está?
- Não lhe interessa Cara! Vá a merda.
- Igual ao seu pai.
- O que você sabe do meu pai? Você só é apenas mas um filho da mãe trabalhando pra ladrões, ladrões de terno e gravata - sorriu sarcasticamente. Justin agora estava
irado. Onde ele caminhou? essa era a estrada certa? A escuridão o cercava. Karen podia lhe denunciar e Jack, o que ele estava querendo? o enganar também?
Por fim jack falou algumas situações quando Justin era criança e Justin foi relembrando aos poucos, porém com anseio que jack estivesse lhe enganando. Mas justin tirou essa ideia. Justin não passava de um morador de rua, não tinha nada a oferecer a alguém.
- Então você foi o que me prometeu o vira - lata?
- Não era um vira-la e sim um labrador
- Se você se importava tanto comigo como diz, por que não veio atrás de mim?
- Minha vida estava em jogo, e a da minha... mulher (faleceu "cassada por Wood" . Wood é destrutível justin. Você tem que fugir, não se dê a ele, você não o conhece! Ele matou seus país, ele e tantos outros, por dinheiro.
Karen tinha saído dali e falou a justin que... melhor você ler o que ela falou:
- Saí daqui - falou aturdida
- Fica bem - justin tentou acalma-la
Karen esbravejou como uma raio atirando ferozmente em justin. Ela empurrou Justin gritando:
- Você é desprezível.
E foi correndo sem direção apenas transtornada, alguém morrerá ali, ela tinha passado por uma situação que lhe abriu vários medos. medos que vão ser esclarecidos depois.
Ela não sabia o que falar ou se visse Justin outra vez não saberia o que faria. Ela estava atordoada, o garoto com quem tinha a tocado, o garoto a quem estava se deixando levar como numa nuvem tinha a derrubado e mostrado como a vida era
macabra, pessoas matam por... ela não sabia o porque da morte de Cody, até então amigo de justin.
- Esse mané matou os meus país - agora nos olhos de Justin descia uma lágrima de dor, que só ele ali conseguia sentir tudo. A dor. A perda dos país não é nada fácil, alguém que você ama muito, muito mesmo. um amor incondicional esmagado. Wood tinha impedido toda a sua felicidade e de seus páis. Justin amava seus país mas do que tudo. e essa informação foi como se os poucos pedaços que ainda restavam em seu coração tivessem sido levado como o vento leva a poeira. Levando a poeira e mostrando o pior.
- Exatamente Justin, você não me conhece, nem eu agora. Mas... você matou o Cody, e eu estou vivo, ele é sábio o bastante pra sacar tudo. - Jack continuou com uma voz amedrontada, como se o mal estivesse perto mas ele evitava sabendo que ia pega-lo. com a voz sufocada de medo ele terminou sua fala - Eu tenho que parti. Vou pra America do sul, o Brasil.
Justin ali sentiu "dó" do "louco" o Jack pra ele era como um amigo que tinha se ausentado por muito tempo. e que por esse longo tempo estava fugindo de um mal que ele estava ajudando.
- Isso não vai ficar assim! - estremeceu de raiva, com a voz falhada ele continuou - E ele sabia que eu era filho do meu pai?
- Não sei. nunca se sabe nada dele. sua mente é maluca e uma droga. E essa droga pode acabar com você.
- Ele não sabe com quem se meteu cara! Nem que eu morra eu o mato! não tenho mais nada a perder mesmo.
Karen Dimonds tinha chegado em casa naquela manhã de "horror" e tinha se deparado com Pitty e conversado e ela resolveu ligar para o delegado e falar-lhe que Jack não era louco. E agora a polícia tinha avisado ao Wood. Leitores, se vocês não estão entendendo essa bagunça vou esclarecer tudo, me perdoem pelo auê. Wood só queria ver como Justin agia em determinadas situações,isso para ele era mais do que prazeroso; e a polícia de fato estava fazendo o que ele queria descobrir a verdade sobre Jack, a verdade que ele não era louco realmente. só que Wood não sabia que Justin era esperto pra saber ele mesmo que Jack não estava louco e agora meus amigos... Jack tinha reconhecido Justin e eles estavam amigos. Jack ainda não havia contado nada a justin, sobre o porque wood matou seus pais, ele queria ver se podia confiar realmente em justin e mais cedo ou mais tarde iria confiar. Jack quer apenas ir embora, esquecer essa historia , dar um fim a esta perseguição, porém justin não aceita fugir, então... muita dor e sofrimento vai vim a tona daqui por diante.
2 Semanas depois.
P.O.V wood
- COMO ASSIM JACK DESAPARECEU? - wood gritou enfurecido mais não havia ninguém para escuta-lo ali - IDIOTA, FILHO DA MÃE, EU VOU ACHA-LO E MATA-LO.
Wood sentou em sua cadeira e pós a pensar em tudo que havia descobrido, cody havia morrido, justin sumido e jack também, tudo havia dado errado, a raiva o consumia cada vez que ele pensava no assunto. seu objetivo era único, usar justin para matar jack e depois mata-lo , matar o fruto do amor entre o seu amor e outra mulher, só que ele não contava com uma coisa, ele sentia um desejo quase feroz em um dia ter justin, justin o filho do seu amor, ele talvez faria igual ou melhor que mark, ele queria prova-lo e ele iria conseguir ou sonhava que iria conseguir.
seus pensamentos foram interrompidos por 3 leves batidas na porta.
- entre! - wood falou e uma cabeça apareceu na brecha da porta.
- senhor wood, descobrimos onde jack esta.
- onde? onde? - wood falou eufórico pulando da cadeira indo até a porta.
- Brasil. e com uma única tacada matamos dois coelhos.
- explique.
- não só achamos jack como também achamos o garoto, justin.
wood sorriu sombriamente, e fechou a porta sem ao menos pedir licencia ao homem e falou consigo mesmo.
- agora é só ir atrás dele e mata-lo. e eu mesmo vou fazer o serviço.
P.O.V justin
- Brasil brother? o que tu tá fazendo ai? porque isso? - Tyler falou confuso do outro lado da linha.
- uns problemas ai cara, eu nem queria ter vindo mas to pensando em voltar já, nem sei o que droga tó fazendo aqui .
- volta logo então cara. to com saudades já - tyler sorriu e justin o acompanhou
- cada dia mais gay em brother? - justin ria mais
- gay não apenas um cara aberto a experimentar novas frutas - justin e tyler gargalharam agora
- cara vou desligar.
- falow. quando for voltar avisa antes que vou te pegar no aeroporto.
- beleza.
- tchau.
justin desligou e jack o observava, justin percebia que ele queria falar algo desde quando eles vieram pro brasil, há duas semanas ele parecia engasgado com alguma coisa.
justin havia pegado confiança em jack, ele parecia ser um cara legal para ele.
já jack queria contar a justin o porque da morte do seu pai, o porque wood o matou mais não sabia se era o certo a fazer, contar assim no cruo que o pai dele era gay e que tinha um caso com o próprio que o matou.
CONTINUA...
Brenda - Enfim postado. (sobre o poste abaixo, tudo mentira desse viadinha)
Fernanda - eu que postei essa porra toda. tchau bju na bundinha.