sábado, 20 de julho de 2013

Não existe amor em atlanta - capitulo 2

10 de janeiro de 2010


12:30 pm. 
Atlanta 

- Nunca deixe de sorrir , aconteça o que acontecer eu quero te ver sempre sorrindo ouviu ?

A garota escutou aquilo sem responder , ela não estava entendendo o porque daquela conversa , o porque de sua mãe esta falando aquilo , ela apenas deu um leve sorriso como resposta e abraçou a mãe.

- Karen , vamos logo , estamos atrasados para o voo.
- Já vou amor . tchau filha .  - a mãe da garota falou dando um beijo em sua bochecha.
- tchau mãe, eu vou sentir saudades , mesmo sendo apenas 4 semanas ... - a garota falou e sorriu
- tchau filha e cuidado por ai em ? - o pai da garota falou a abraçando e essa foi a ultima vez que eles se falaram.


                                                                [...]

- aqui é a empregada deles , eles não se encontram , viajaram e ...
[PAUSA]
- como ? isso é algum tipo de pegadinha né? só pode ser uma brincadeira de muito mal gosto
[PAUSA]
- Meu deus! - a empregada exclamou logo em seguida desligando o telefone e deixando uma lagrima escorrer pelo seu rosto .
- o que foi marye? o que esta acontecendo? - agarota perguntou e nada marye respondeu e continuou chorando .
- FALA O QUE ACONTECEU MARYE ! - ela gritou sem ao menos saber o que tinha acontecendo
- sua mãe minha linda ... seus pais , eles ...
- o que aconteceu com eles?
- eles morreram Mandie , seus pais morreram .


                                                                [...]

12 de janeiro de 2010 


15:31 PM.
'' orfanato valentin lourem ''



aquele lugar era totalmente estranho para mandie , ela ainda não tinha entendido o porque de ela estar ali , só havia entendido uma coisa , ela só poderia sair dali quando completar 18 anos .
Lagrimas teimosas escorreriam pelas suas bochechas rosadas , ela estava sozinha , sozinha no mundo , seus pais eram as únicas pessoas que ela tinha , se tinha tios , tias , primos ou qualquer outro tipo de parentes ela não sabia porque seus pais nunca haviam falado sobre e ela não havia conhecido .
Ela caminhava lentamente até o grande portão onde um homem alto com uma expressão assustadora a esperava.

- Mandie ? mandie lopacé não é mesmo ? - ele falou , sua voz era meio fina , não combinava com sua aparência , mandie apenas balançou sua cabeça positivamente .







CONTINUA .

comenta ae por favor gatas .
bjo na bunda
fernanda gata e gostosa .

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Não existe amor em atlanta - capitulo 1

10 de janeiro de 2010


07:40 am.
Atlanta


A mulher caminhava feliz , ela sorria contente enquanto conversava com o seu filho , seu único filho .
ele sorria como ela , eles estavam felizes por um motivo , um único motivo . Finalmente aquela mulher chamada pattiie havia conseguido um emprego , e pattie não sabia ainda mais o garoto tinha mais um motivo pra esta feliz , ele tinha conseguido dinheiro para comprar um presente para ela , sua mãe .
ele mal esperava a hora de chegar em casa e dar a sua mãe o pequeno colar banhado a ouro com pequenas e delicadas letras que diziam '' eu te amo mãe '' .

- eu  vou juntar dinheiro , e tenho certeza que com alguns meses trabalhando eu vou conseguir comprar aquela geladeira linda . - Pattie falou passando seu braço no ombro do seu filho .

- Ah , qual é mãe? tanta coisa legal pra comprar você vai comprar uma geladeira? - o garoto falou com um pequeno sorriso no rosto .
- a é? e o que tem para comprar de tão legal assim ? me de um exemplo filho ?
- não sei , talvez um skate pra o seu filho lindo e gotoso .

e os dois riram , eles nunca estiveram tão felizes, as coisas pareciam ir muito bem , ir de vento em poupa , mais só parecia .

Ao chegarem na estreita rua onde moram um carro grande e preto se aproximou dos dois e um homem com um grande bigode preto e olhos verdes e fundos sorriu de dentro .

- Pattie , Pattie ... Pattie , tava procurando por você . - ele falou sorrindo , e por um momento o  garoto que permanecia imóvel ao lado de sua mãe jurou já ter visto esse homem antes .

- o que você quer ? - pattie perguntou colocando seu filho atrás dela .
- Nada demais - ele sorriu novamente - só ... matar você sua vadia .

é ele rapidamente puxou uma arma apontando ela para pattie que não teve chance de correr , ele deu dois tiros na mulher , ela caiu e ele arrancou rua a dentro com seu carro . 


- MÃE ! - o garoto gritou se agachando ao lado da sua mãe . 

- fi .. filho - ela falou com dificuldade 
- mãe , mãe não morre , abre os olhos , fica aqui comigo - ele suplicou chorando .
- filho eu...te...amo , meu jus..justin . 


         





                                                              [ ... ] 





CONTINUA ... 


Iae gatas , historinha nova ae , espero que gostem , não sei de onde eu tirei criatividade pra criar essa bagaça mais tá ai , comentem , divulguem e bla bla bla. se quizer falar comigo só ir no twitter @taradonabieber , cola lá que noiz resolve os problema uheuheHUEHUEH . brenda nem sabe que eu postei ainda e ela que se foda UHEUHEUHEHU


bju na bunda e fernanda é meu nome






quarta-feira, 17 de julho de 2013

Eu sabia que você era problema - CAPITULO 13

Capitulo 13

Eu Sabia Que Você Era Problema

(batidas na porta)
Justin Bieber abre
- Você aqui denovo doutora?
- Perdi meu anel.
- Aqui? - foi abrindo a porta totalmente fazendo com que Karen entrasse em seu apartamento
- Não tenho certeza mas acho que sim.
- Pode procurar se quiser, fique avontade vou tomar um banho se quiser vir...
- Ir? acho que não prefiro ficar procurando meu anel.
Justin virou - se indo até seu quarto pegar uma toalha voltou até ela e falou:
- Ainda ta de pé, e a água está quente.
Karen olhando pra ele se segurando por dentro pra não dar uma lição no Justin. Ela sente uma atração por ele mas nada que faça ela fazer besteira.
Karen foi andando até ele  e falou pausadamente:
- Se você quer que eu me retire daqui você conseguiu - sorriu irritada
- Não espera! só estava brincando com você. Não precisava disso tudo pode procurar seu anel, pulsera que seja vou tomar meu banho.

P.O.V Justin

Já estava bastante irritado, O cody nessa noite me ligou dizendo que não ia mas terminar essa trampo comigo e agora eu que vou ter que matar o louco sozinho. E essa doutora vem me irritar? Só estava sendo gentil, ela é bonita mas é grossa mas se eu quiser eu a pego. ou tento.
                                                      (...)
- e então doutora ? achou o anel ? - falou se enxugando e jogando a toalha no sofá
- não , que droga , eu tenho que achar esse anel . - falou centando no sofa
- se fosse eu procurando já tinha achado - justin falou sorrindo
- ah é? então porque você não procura garoto ? - karen falou irritada
- procuraria ... mais to com preguiça ! - se jogou do lado de karen no sofa
- idiota ! vou continuar procurando , eu tenho que achar esse anel.
- porque ? é so um anel doutora .
- não é só um anel pra mim , meu pai me deu ele antes de morrer , e a unica coisa que tenho dele por todo esse tempo . - ela falou em um tom triste
- ah , é ... então eu vou te ajudar a procurar gata
- karen, por favor , me chamo karen .
- tanto faz , doutora . - justin falou e riu e karen se rendeu rindo junto com ele .

a doutora riu finalmente , e que sorriso lindo ela tem , tá meio gay isso que eu tou pensando.
a gente começou a procurar a droga do anel dela e nada, ele não tava em canto nenhum, enquanto ela procurava pela sala fui até a cozinha, aquilo lá tava uma bagunça cara. procurei em todo canto, até no lixo, e lá ele tava, no lixo. o anel tava sujo, o peguei e lavei, fui até a sala e lá estava a karen, ela continuava procurando o anel, só que agora estava abaixada , empinada me dando a visão completa da bunda dela , e nossa que bunda , só pra irritar mais a doutora fui até ela dando um tapa na bunda dela a fazendo gritar fino e levantar em um pulo me batendo com todas as forças , e olha que mão pesada ela tem , aquilo tava doendo .

- ai , ai tá para , para - justin falava rindo enquanto karen continuava dando tapas nele
- idiota , você é muito idiota , idiota ! - karen esbravejou
- idiota três vezes na mesma frase doutora ? - rindo
- cala a boca , você me irrita , me faz me sentir uma adolescente de 17 anos.
- e isso é bom né ? - justin perguntou , karen parou com as tapas
- não , claro que não , eu tenho 32 anos , não sou mais uma adolescente , tenho que me comportar como uma mulher que sou .
- todo mundo tem um pouco de louco e adolescente dentro de você - justin falou sorrindo
- talvez eu não tenha nenhum dos dois, só tenho quando to com você . - karen sorriu
- por isso você já não consegue viver sem mim né doutora?
- olha , tchau . você fala muita besteira e hoje não to pra escutar mer ...
- ei calma , tenho uma coisa aqui pra você . - justin falou a interrompendo
- se você vier com as suas idiotices vou logo avisando , me poupe . - justin não falou nada , apenas mostrou o pequeno anel em sua mão , karen abriu um enorme sorriso correndo até ele , quando ela ia pegar o anel da mão dele ele a fechou sorrindo .
- caaaaalma ai doutora - justin falou rindo escondendo a mão com o anel atrás das suas costas
- me dá já esse anel justin - karen falou irritada quase gritando
- vou dar , com uma condição ...
- condição nenhuma , o anel é meu e eu o quero agora! - karen falou tentando pegar o anel
- só dou o anel se você me der um beijo doutora.
- o que? eu não vou dar beijo nenhum , para de ser idiota e me dá meu anel.
- ou me dá o beijo ou não dou o anel - justin sorriu
- você é um criança. volta pra escolinha bebezinho, maternal - esbravejou
- que isso doutora , desceu do pedestal de doutora sensata dinovo?
- não me importo , eu quero a droga do meu anel .
- eu já disse que so dou ...
- olha , sabe de uma coisa . fica com ele - karen falou fingindo esta emburrada dando as costas pra justin e caminhado lentamente até a porta

ela se irritou comigo e me deu as costas , ah cara , eu só faço merda mesmo , chamei ela e ela se virou parecendo irritada.



                                                                        [ ... ] 

                                                        Continuem lendo suas swag

terça-feira, 9 de julho de 2013

Eu sabia que você era problema - CAPITULO 12

Eu Sabia Que Você Era Problema

CAPITULO 12


Justin: Doutora, você aqui? - falou confuso
Karen: é, vim ver se está bem... - toquei em sua testa e falei - Mas vejo que não.
Justin: Só uma dor de cabeça... Mas como entrou?
Karen: Ué, como a porta estava aberta, achei que não se importaria.
Justin: Interessante isso, invadir o apartamentos dos vizinhos.
Karen: Eu vim aqui saber se você está bem e lhe perguntar por que você me carregou desacordada e você vem me dar lição de moral garoto?
Justin: Como posso explicar... - se levantou ficando sentado no sofá - Você estava sendo assaltada, você apanhou e quase que levavam seu carro se não fosse esse "garoto" aqui.
Karen: assaltada... O cara com quem eu tinha "atropelado", é isso!... Você está vermelho - olhou para seu corpo - e machucado... espera, você brigou com eles? - falou surpreendida
Justin:  O que posso dizer... foi isso gata - sorriu de orelha a orelha
Karen: Então, obrigada Justin - abraçou ele
Justin: Não foi nada. Só não tenta ser assaltada de novo, não sou seu guarda costas - falou sendo "simpatico"
Karen: Guarda costas? Não preciso disso garoto.
Justin: Caralho, da pra parar de me chamar de garoto?
Karen: Claro, só você fazer eu parar de te chamar assim, sendo mas educado. Idiota - cosichou
Justin: A doutora sendo grossinha? gostei. - riu puxando a mão de Karen sobre a dele e olhando em seus olhos.
- Então doutora, você não quer... AI! - pôs a mão na barriga.
Karen: Justin? você ta bem?
Justin: Foi só uma dorzinha. - continuou com a mão na barriga
Karen: Se você diz.. talvez seja fome - se levantou
Justin: Onde a senhoria vai?
Karen: O que é que pessoas idiotas querem quando sentem fome?
Justin: Idiotas? - sorriu
Karen: é - retribuiu o sorriso
Justin: Fome. Você vai fazer alguma coisa pra eu comer doutora? - pasmo
Karen: Não não, vou ver se tem alguma coisa, se não até que frito ovos numa boa, depois de você ter me ajudado é o mínimo que eu posso fazer. - falou indo até a cozinha pegou um prato que estava na mesa e olhou e falou.
- Você comeu isso? - e cheirou
Justin: Ai - se contorceu - foi, acho que foi - levantou a cabeça olhando para o prato.
Karen: Isso ta podre! você é louco ou que? - cheirou novamente - Eca! pôs a mão no estomago - Agora sei porque sua barriga está doendo tanto.
Justin: Mas estava gostoso doutora.
- pensamentos Karen: Gostoso? gostoso é ... melhor eu não falar nada. esse garoto... tem alguma coisa que me fascina nele, não sei se é o modo dele com essa marra de garotão. Não sei explicar. Nossa olha eu que eu estou pensando. Melhor eu fritar logo ovos pra ele... Não, vai ficar estranho, eu cozinhando pra ele... Mas é o mínimo que eu posso fazer por ele.
Karen: Isso cheira mal, você não tem olfato só pode.
Justin: Eai doutora, vai fazer os ovos fritos ou não?
Karen: Eu vou - falou pausadamente
Justin: Prefiria comida de restaurante...
Karen: então vai pro restaurante Justin!
Justin: Só se a menina em defesa ir comigo
Karen: Em defesa? você não me conhece Justin.
Justin: Aceita ou não aceita?
Karen: De jeito nenhum. vá você sozinho.
Justin olhou pra ela meio confuso com a responda tão crua e grossa pra o que a Karen é. Ele não entendeu o porque ela falou desse jeito, mas falou sendo "legal"
Justin: ok doutora Karen, você vai perder muito.
Karen olhou pro relógio fingindo está atrasada para algo.
Karen: Nossa tenho que ir. espero que sua barriga melhore - falou sorrindo levemente.
Justin deu um beijo em sua bocecha e levou - a até a porta.

P.O.V Karen

Cheguei em casa fui até meu quarto e me deitei, vou passar o dia inteiro na cama pelo visto. Mas vai ser bom pra mim, Ando resolvendo tantos problemas e os meus... Mas de certa forma eu nem tenho um problema, eu só não me sinto bem comigo mesma. Me sinto uma pessoa monótoma numa sociedade alienada. Trabalho, Gasto, Trabalho, Gasto, sinto que falta algo essencial na minha vida. As vezes me bate uma tristeza, psicologicamente seja a falta de pessoas, de amigos verdadeiros. Minha amiga viajou sinto falta dela, dos conselhos dela, o que ela me diria agora me vendo desse jeito por aquele garoto era: " Pega ele " Ela sempre foi assim, nunca perdeu a juventude dela, isso é tão bom. Ser psicóloga exige muita maturidade, eu tenho e muita, mas sempre é bom ter seu lado "criança" esse lado só é meu e da minha amiga, talvez seja de tanto andar com ela, ou talvez porque eu não tenha aproveitado minha adolescência trabalhando, sempre querendo que meus pais tivessem orgulho de mim... Pra no final, eles morrerem sem ao menos me ver formada...
Lembro que quando a assistente me ligou avisando, quando eu desliguei o telefone eu comecei a gritar e chorar, me lembro até hoje de como foi tudo. Foi como se meu chão estivesse desmoronando. Fui pro enterro eu e os amigos de trabalho do meu pai e as amigas da minha mãe. Quando levantaram o caxão dos dois eu chorei querendo gritar, meu coração gritava, eu queria gritar... lembro que ainda chorei nos braços da minha amiga Caitlin meio que gritando "Não, não, por favor não" (caiu uma lágrima em meu rosto) Talvez essa seja a parte frágil de mim. Quando eu lembro dos meus pais, Ah é tão triste, meu pai trabalhava muito minha mãe ficava em casa e eu estudava e trabalhava então nós só nos viamos direito nos finais de semana que eram perfeitos. Mas quando eu era criança, lembro que meu pai viajou e quando ele chegou em casa era tarde e eu estava dormindo, daí acordei com ele me beijando nos pés, mordia meus pés, fazia cossigas, minha mãe ria e ele ia e dava um beijo nela e eu pulava nos seus braços e ele me jogava para cima e  para baixo e minha mãe pegava o meu coberto e fingia ser um fantasma... Parei meus pensamentos quando vi que era meio dia e já estava roncando, talvez eu deveria ter aceitado o convite do Justin (sorriu) Não, ele é tão novo e eu sou uma psicóloga, o que iam achar de mim ficando com um garoto? Não, não é por isso que eu tenho medo de me envolver, porque eu não tó nem aí para o que as pessoas acham, porque no mundo em que a gente vive, é isso, você nasce para ser criticado. O meu medo é só que eu me envolva... Levantei e fui pegar meu celular, vai que a Pitty ligue.
Dito, tinha uma mensagem da Pitty "Quero muito falar com você, não agora, sei que está com muito trabalho."
Fiz um feijão preto e um arroz branco e tomei uma Antártica, nossa eu amo essas comidas Brasileiras.
Depois que eu comi fui me deitar na cama e acabei adormecendo em menos de 5 minutos....
~~~~~~~~~~~~
Droga! Acordei as 8 horas da noite e quando olhei pra minha mão como já de costume e me dei conta de que meu anel o que meu pai me deu sumiu, comecei  a procurar pelo quarto, de baixo da cama nas minhas roupas em tudo que era possível e impossível de se está, só esqueci um canto... e tinha que ser logo aquele canto - fez cara de entediada - é isso, vou ter que passar no apartamento do Justin, acho que deixei ele cair quando fui pegar a comida nojenta dele - sorriu.
Prendi meu cabelo lavei meu rosto e lá estava eu batendo na porta do Justin.


                                                                       [...]


"Brenda de novo. Essa Pitty promete viu? enfim seus troxa leem e leem ta maneiro e prometo que ficará melhor mas isso vocês vão ver com o tempo. agora sem mas blá blá blá eu e Fernanda vamos pensar mas nesse blog pq no nosso escrito disso só ta até ai tb agora fudeu a gente ta sem tempo mas a gente quer terminar logo isso então TODOS OS DIAS a gente vai tentar postar menos nos FINAIS DE SEMANA porque eu vou pra casa da minha prima é isso gente beijo pra vocês e continuem lendo."

Eu sabia que você era problema -CAPITULO 11

Eu Sabia Que Você Era Problema

continuação ~~

Nossa, essa doutora pesa. coloquei ela em seu quarto deitada em sua cama limpei suas feridas, seu rosto estava um pouco enxado. levantei sua blusa e pude ver marcas roxas e avermelhadas em sua barriga, que por sinal é sexy.
              
                                                                    (...) 

Nossa em que roubada em vim parar cara? até que valeu a pena, estou com a doutora no quarto e na cama dela, quem diria em doutora? quem vai cuidar de quem agora? eu seu doutor bieber princesa. 
Falando sério agora, tenho que resolver isso, primeiro vou cuidar dela. Acho melhor o Cody nem ninguém saber disso.
Molhei um pano e fui continuando limpando suas feridas comecei pelo seu rosto passando o pano úmido em sua boca de canto que estava ainda com um pouco de sangue, quando terminei de limpa-la pude ver sua boca, e que boca. Fui até o banheiro dela e agora molhei o pano todo, coloquei ao redor do pescoço dela de leve para não sufoca-la tirei seu salto, e fiquei ali a olhando por um momento, vendo suas curvas, seu corpo. Fechei os olhos e abri rapidamente, tenho que parar de pensar bobagens.

...................................................................................................................
Isso não ta certo, olhe o estado que eu o deixei? DEPLORÁVEL - chora - Mas ele também... não deveria ter me traído! Eles mereceram isso! Mereceram e você morreu por sua culpa, por sua infidelidade, eu não sou culpada - falou olhando para os corpos de Phill Clous e de uma prostituta.
Tenho que fugir! Não! se fugir vão acabar descobrindo que fui eu, o que eu faço?! - soluçou
Tenho que ligar para meu amigo o advogado Still só ele irá me ajudar.

Pitty Clous ligou para o Advogado Still e ele lhe deu a seguinte coisa a fazer: Deixar os corpos lá e seguir para sua casa e ficar tranquila e fazer com quem ninguém perceba sua angústia.

Dias depois ela recebeu a ligação da família de seu marido dizendo que Still tinha sido assaltado e reagiu a ação e foi esfaqueado e morreu na mesma hora.
Sobre a Prostituta ela nunca soubera o que lhe acontecera mas também não tocara jamais o assunto com ele. 
Pitty matará seu marido covardemente por dois motivos um deles foi a traição e o outro que o seu marido passou a diminuir o dinheiro que lhe dava e Pitty ficava insatisfeita com a situação. E sua mãe a dissera que ela deveria matá-lo já que ele não queria patilhar seu dinheiro. E  que ela merecia todo o dinheiro pois todos os dias ela esteve com ele e ela já aguentará muitos infidelidades e dissera pari si mesma que aquilo bastara.

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P.O.V Cody

Depois de ter falado com o garoto idiota voltei a conversar com a Liane , ela é uma mulher bastante bonita e inteligente pelo o que eu pude perceber, quando desliguei o telefone, ela sorriu para mim guardei o mesmo no meu bolso retribuindo o sorriso .

- problemas Cody ? 
- Nada demais, só uns problemas no trabalho . 
- Ah, ok. E então, do que estavamos falando mesmo ? - Liane perguntou mudando de posição na cadeira , Cody olhou o relogio no seu pulso. 
- Ah ... É .. Então Liane, eu vou ter que ir, está tarde e ... 
- Sem problemas Cody, nos vemos amanhã ? 
- Claro, claro, amanhã. 

Nós despedimos com um beijo na bochecha, nada demais, até que eu queria mas ainda tá cedo, ou não, sei lá, to me sentindo um adolescente pensando nessas coisas, deve ser o convivío com o Justin. deixei ela em um ponto de táxi e voltei ao restaurante, peguei meu carro e voltei pro meu apartamento. 

P.O.V Justin 
Sai do apartamento da doutora e fui pro meu, o Cody ainda não tinha chegado, fui até o banheiro e limpei o meu rosto que sangrava, fazia tempo que eu não brigava assim, quando terminei de fazer um curativo fui na cozinha, peguei uma parada que tava na geladeira há 3 dias eu acho mais parecia tá bom ainda, tava com um cheiro meio estranho , mas mesmo assim esquentei e comi , o gosto tava bom , enquanto assistia um programa muito chato de um velho que roda uma roleta e dá prémios. 

O programa acabou e eu desliguei a tv e tentei dormir, droga, será que a doutora percebeu que era eu lá na hora do assalto ? mais se percebeu também foda-se, vou ficar aqui por pouco tempo mesmo, cara ... Ela é linda. nunca conheci uma mulher desse jeito, não que me esnobasse assim, todas caem nos meus pés, imploram pra eu pegar elas e com essa doutora nada, e é exatamente ela que eu mais quero agora . 

Mas que porra é essa que eu to pensando, eu não quero ninguém! Só mais alguns dias, ou um dia e eu to fora daqui e nem vou mas lembrar que essa mulher existiu, pensei tanta merda que cansei, minhas palpebras começaram a pesar, é ... isso se chama canssasso, trabalhei demais hoje, ainda fiz o trabalho mané do Cody, deixei o canssaso me vencer fechando os olhos e logo dormir. 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
- Você me traiu Mark , me traiu ! 
- Eu nunca trai você Wood, nunca. 
- Como não traiu?! como não traiu?! traiu sim, eu poderia te matar agora, mas não vou fazer isso porque eu te.... 
- Justin? o que você ta fazendo aqui ? - Marck pai de Justin se virou e o viu perguntando , Justin logo respondeu confuso .
- Pai eu ... o senhor não? não morreu? 

Mas que droga é essa? onde eu to? meu pai não morreu ou eu to ficando louco? e porque ele tava conversando com o velho? O Wood logo sumiu e agora eu e o meu pai estávamos em outra casa, acho que na nossa antiga casa. 

- Justin, temos pouco tempo juntos então vou falar logo ... 
- Porque?...  
- Deixa eu falar, você tem que tomar cuidado .
- Cuidado com o que pai? 
- Com as pessoas ao seu redor, elas não são confiáveis, você não pode confiar em ninguém... ou quase ninguém
- Mais eu não entendo... - falei forçando a voz 

Ele me interrompeu e me abraçou, logo depois me soltou e sorriu .

- Agora vá justin. 
- Mais eu não quero ir. 
- Você tem que ir Justin, vá. 
- Cadê a minha mãe ela ... ela tá bem ? 
- Eu não posso mas te falar nada, vá Justin, acorde, vamos, acorde, Justin.... 

P.O.V karen  

Acordei com uma DOR ENORME no meu corpo e no meu rosto, passei a palma da minha mão direita no rosto e senti ele um pouco enxado. Levantei e senti uma dor muito forte nas costas, acho que hoje eu não vou ao trabalho pelo visto... Mas por que disso? Eu só me lembro de descer do carro... acho que eu atropelei alguém... Não! não pode ser, acho que roubaram meu carro! Como eu vim parar aqui? Sai me direcionando ao banheiro lavei meu rosto e escovei meus dentes, fui até meu quarto que ficava ao lado do banheiro. Peguei um short boyfriend e uma blusa de frio preta pus na cama e enrolei uma toalha em meu corpo, e fui até o banheiro e tomei um "gostoso" banho me vesti e passei uma pomada nas manchas que estavam no meu corpo. Não entendo como isso aconteceu... Passei uma maquiagem pra não assustar ninguém mas acho que nem vou sair hoje, fui até a cozinha preparar algo pra comer estou "acabada", Peguei uma maçã e fui até a sala assistir, quando a campainha tocou e eu logo abrir a porta e me surpreendi.

xxx: Doutora Karen?!
Karen: Oi, você aqui? está precisando de ajuda?
Mayla: Estou doutora, pelo contrário, eu vim aqui saber se a senhora está bem? Vi o rapazinho lhe trazendo desarcordada.
Karen: é... estou sim obrigada pela preocupação... "Rapazinho" como assim Mayla?
Mayla: Sim Karen! rapazinho! O branquinho loirinho com olhos claros? o novo vizinho, lembra? 
Karen: Ah sim! Lembrei!
Mayla sorriu
Karen: Ops, não quer entrar? está frio.
Mayla: Não Karen, obrigada, só vim ver se está bem, me preocupei, como você não tem familia...
Karen: Então tá. Obrigado pela preocupação Mayla mas está tudo bem comigo.
Mayla: Então é isso, vou indo Karen, meus filhos então com um fogo, você sabe né? - risos
Karen: aah sei sim -risos- diga que mandei um beijo pra todos.
mayla: ok, eu direi. Tchau Karen. 
Karen: tchau Mayla. 

fechei a porta e inevitavelmente pensei em ir na casa do Justin, Porque afinal, só ele pode me explicar isso. Com certeza foi ele quem me trouxe em casa, preciso agradecer a ele e perguntar o que aconteceu, nossa... Eu o trato tão mal as vezes e mesmo assim ele me ajudou. Prendi o cabelo rápido, coloquei uma sandália e fui até o apartamento dele. Toquei a campainha uma vez e nada, toquei de novo e esperei mas um pouco mas nada dele vir, sem pensar girei a massaneta e a porta estava aberta, não sei se eu devo '' invadir '' a casa de alguém assim -risos- mas eu preciso entender e agradecer a ele. Entrei e fechei a porta novamente, fui andando cuidadosamente e entrando, passei um olho e vi que ele estava no sofá, parecia está dormindo, me aproximei e vi que ele estava inquieto, ele se mexia no sofá e estava bastante vermelho, e suava, acho que ele não está bem. 

- Justin? Justin você esta bem? 

o sacudi e nada, ele não abria os olhos, meu Deus e agora? O que eu faço? Eu sou psicóloga e não medica, chamei ele mais algumas vezes.


 - acorde, vamos, acorde, Justin.... Justin, acorda... 

Ele abriu os olhos devagar e deu um sorriso confuso para mim, retribui o sorriso e logo depois toquei em sua testa e vi que estava um pouco quente, é , com certeza ele não estava bem!



                                                                           [...]


"Aqui é a Brenda, Faz tempo que eu não posto né? eu sei gente não me matem por isso mas agora tou de volta eu e a Fernanda vai botar pra gerar aqui nesse blog então não parem de ler, mesmo que vocês suas pestes que não estão comentando, não parem de ler vale a pena. Não vai ser uma daquelas historinhas que tem um final feliz e fim ela fica com o garoto e pronto, aqui vai ter muito mas do que isso vai ser completamente diferente, vai ser foda u.u porque quem escreve são duas meninas fodonas e pá entenderam? haha até mas pessoas anormais lindas."

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Eu sabia que você era problema - CAPITULO 10

Eu sabia que era problema

Capitulo 10


P.O.V Justin Bieber

É, agora é terminar esse serviço idiota! droga! ainda tenho que tirar algo do Jack e depois matar ele. A cada quarto ia visualisando o hospital, agora eu já tenho uma ideia básica de como conseguir matar ele. O Cody mandou uma mensagem pra mim dizendo: " O senhor Wood me chamou, vou ter que resolver alguns problemas, você sabe o que tem que fazer, então faça, sem burradas " Que gay cara! Ah, foda-se consigo resolver isso sozinho.
2h depois eu terminei o trabalho, nossa, tou quebrado. Estava no intervalo, fui comer na lanchonete do hospício saí andando como se estive "perdido" caso alguém me perguntasse o que eu estaria fazendo vai saber ou desconfiar que estou perdido e não vai desconfiar de nada.
tinha o penultimo quarto lá em cima o " Quarto 19 " e na porta tinha " Paciente impossibilitado de receber visitas " . Porra nenhuma! entrei afinal, vai que aqui é o Quarto do Jack...
Não, não era o quarto estava vazio. quando ia saindo do quarto ouvi um barulho na porta, alguém estava entrando, corrir até o banheiro e fiquei por um momento lá, espero que ninguém ouse entrar aqui.
Coloquei meu ouvido na porta e escutei sussurros.

Doutor Cooper: Já está pensando na viagem?
Jack: é só a droga dessa doutora parar que eu dou partida. o Wood não pode desconfiar de nada.
Doutor Cooper:  Claro. Sua vida está em risco. tome cuidado.
Jack: Obrigado Doutor, você tem me ajudado muito.

Como assim? o JACK não é LOUCO? Isso! Claro! Matei a charada! tudo falsete, tudo uma farça. Cara.. pelo que me parece ele tem muito medo do Wood mesmo. Mas agora que eu sei tenho que avisar ao Cody e ao fresco do Wood. Fui no estacionamento e peguei o carro. Mandei uma mensagem pro Cody dizendo que a gente tinha que se encontrar. Quando eu menos espero ele liga pra mim.
Cody: Fala ai Justin!
Justin: Conseguir uma informações ajudante.
Cody: Para de me chamar de ajudante Viadinho!
Justin: Ta bravinho?
Cody: Fala logo! Que informações são essas?
Justin: Sobre o Jack!
Cody: Tá me encontra na rua 722

[ ... ]

Cody: Agora ta tudo certo. só falta você matar ele.
Justin: Isso pode deixar comigo!
Cody: Já matou alguém garoto?
Justin: Talvez .
Cody: que seja. faça direito entendeu! sem deixar rastros.
Justin: tá tá. já saquei isso! - falei ignorante
Cody: Ia esquecendo, no final da rua tem um telefone público, quero que faça uma ligação para [...] Terminando pode ir pra casa, mas quero isso agora! vou sair.

O Cody saiu e eu fui fazer a seguinte ligação, que saco! Ia de carro, mas era perto e eu sou da rua não tenho medo de ser assaltado agora. Peguei minha arma no carro caso aconteça alguma coisa. E lá estava eu no telefone público fazendo a ligação, quando já ia desligar escutei um gemido de dor de uma mulher falei no telefone:
- Entendido! Entendido! - desliguei e saí correndo para ver o que era.
Quando vi, era a minha vizinha! nossa que besta não acredito que ela está sendo assaltada! Saí correndo em sua direção pude ver que estava sangrando muito, olhei nos olhos dela, mas ela não me reconheceu estava um pouco tonta eu acho. Ia puxar minha arma pra resolver logo isso mas não posso me sujar, ela é doutora do hospital onde eu estou e ainda é minha vizinha, DROGA! o jeito vai ser na mão.
Um dos ladrões estava gritando chamando o outro que estava no chão, quando ele ia fugir o puxei e dei um murro em sua cara mas ele fez o mesmo até que quando eu olhei a doutora estava com uma pedra enorme na mão, ela bateu com a pedra na cabeça do ladrão e caiu no chão. E agora? Essa doutora tinha que se meter? soquei o cara verozmente e os outros falaram do carro que já estavam dando partida e começaram a me socar até que eu aproveitei que ela estava desmaiada e puxei minha arma e gritei:
- OU PARAM OU MATO TODOS!
Um dos ladrões falou:
- ele tá com uma arma chefia!
- Corre corre corre, pro carro!
Saí correndo atrás deles e quando um ia pegar o carro eu apontei a arma na cabeça do que estava entrando no carro e falei:
- Calma Calma amigos, só quero que tire suas patas do carro e saim
ele tirou o seu corpo do carro e saiu com as mãos pra cima falando:
- FILHO DA PUTA!
Dei uma coronhada nele e mandei ele vazar com os outros, vi eles saindo correndo e fui pegar a moça.
Narrador - A respiração do Justin já estava bastante ofegante, ele estava bastante machucado, ele guardou a arma na parte da frente da calça perto de sua região intima. Pegou as moça em seus braços e a levou para o carro dela. O justin teria que pegar seu carro no estacionamento amanhã. pegou as chaves do carro de Karen e foi até o apartamento dela. No caminho Justin se pegou olhando para ela, e o peguntou o que ela estaria fazendo ali na rua naquela hora da noite. Talvez ela tivesse um namorado ou um pretendente. Ele estacionou o carro dela no terreo e ficou procurando as chaves do seu quarto. quando viu a bolsa de Karen que estava no banco de trás e começou a procurar a chave até que viu um remédio para dormi, Justin pensou por um momento e percebeu que para está tomando esses remédios ela esteja com problemas. Encontrou a chave, a pegou e abriu a porta do seu apartamento e desceu pegou Karen e subiu com ela pelo elevador não fazendo barulho Para que ninguém os avistasse e fizesse perguntas a respeito do acidente.

Nossa, essa doutora pesa. coloquei ela em seu quarto deitada em sua cama limpei suas feridas, seu rosto estava um pouco inchado. levantei sua blusa e pude ver marcas roxas e avermelhadas em sua barriga, que por sinal é sexy.


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domingo, 16 de junho de 2013

Eu sabia que você era problema - CAPITULO 9

                                                      Eu sabia que você era problema


Capitulo 9




- ei , ei você tá bem ? - justin perguntou enquanto karen abria os olhos lentamente .
- eu ... eu estou . o que aconteceu ? - karen respondeu tirando sua cabeça que estava no colo do justin e levantando enquanto ele a ajudava.
- sei lá , você tava ai caida , tinha outro lugar pra dormir não ? - justin falou sorrindo .
- Rá rá rá , muito engrassado da sua parte ... Garoto . - karen respondeu em um tom antipático
- Justin, por favor gata . - ele falou soltando o braço dela que agora já parecia melhor .
- Garoto , e não me chame de gata , meu nome é karen , karen diamonds , pra você doutora diamonds .
- Nossa , falô doutora Dimonds - justin falou em um tom debochado
- otimo , é assim que eu gosto , e a proposito o que você faz aqui ?
- esse uniforme e o balde na minha mão não responde a pergunta ?
- e por um acaso você precisa desse trabalho ? não pare ...
- As aparencias enganam ... Gata !

peguei o balde no chão e fui andando deixando a doutora lá , escutei ela reclamar alguma coisa mais eu já tava longe demais , meu celular começou a vibrar no meu bolso , o peguei e atendi .

- Alô
- justin ?
- eu , quem é ?
- pó cara não faz nem 3 dias que você se mandou e já esqueceu a voz do teu brother ?
- Ah , fala ae tyler .
- Quando tu volta cara ? to com saudade ? - tyler falou rindo um pouco
- Para de ser gay - justin sorriu - daqui a duas semanas to ai .
- hum , e então justin ? você não vai me contar mesmo pra quem você esta trabalhando , e o que você ta fazendo ?
- Cara , agora to ocupado , depois falo com você .
- Mais justin ...
- Tchau cara !

eu devia contar ao tyler o que eu to fazendo , pra quem ou sei lá mais o que for , ele sempre me ajudou , sempre teve comigo , ele foi o meu pai e a minha mãe esse tempo todo , mais eu não sei bem , as vezes o tyler é meio ... estranho , as vezes eu acho que posso confiar a minha vida a ele , mais as vezes ... acho que não posso confiar nem dizer onde eu vou . Ah , qual é , tenho coisa melhor pra fazer em vez de tá pensando nessas merdas, entrei no quarto por onde eu ia começar meu trabalho , depois desse so iam faltar mais 9 , só mais 9 ! droga !

P.O.V Karen

O que é que esse garoto pensa? me chamando de gata! ... Calma Karen Calma... Peguei meu Iphone já eram 2h da tarde, não vou ficar aqui resmungando como uma garota, fui até a Clear e perguntei se eu poderia ir ver o Jack agora.. toda vez que eu sento do lado dele e converso eu sinto algo estranho, um certo medo se é que me entende?

Clear: Oi doutora Dimonds, o que deseja?
Karen: Oi, vim aqui saber se posso ir ver o paciente Jack Mallet?
Clear: claro doutora, vou lhe acompanhar, aqui por favor - foi me guiando até o quarto, falou com jack e em seguida saiu do quarto e fez passagem para eu entrar.
Clear: Pronto doutora, ele está sereno pode ir.
Karen: Brigada.
Fui andando até a cadeira me sentei e fiquei o olhando, ele estava sentado no chão "desenhando" com seus dedos delicadamente, ele virou-se para mim me fitando e fez a seguinte pergunta:
Jack: O que acha do meu desenho doutora?
Karen: está lindo jack, costuma desenhar sempre?
Jack: só as vezes doutora, isso me acalma.
Karen: e o que costuma desenhar jack?
Jack fitando - a respondeu
- Costumo desenhar uma prisão com belos prisioneiros sendo enforcados, vejo a dor em seus olhos, gosto disso.
Karen ficou aturdida por um momento mas respondeu recuperando sua voz.
Karen: isso te lembra a sua prisão? quando você estava lá? o que acontecia?
Jack: AAAAAAAAAAAAAAAH, EU GRITAVA DOUTORA! ELES QUERIAM ME MATAR, EU GRITAVA, EU GRITAVA.
Karen: se acalme por favor, Jack calma!
Jack: eu gritava doutora - falou soluçando entre o choro - eu gritava.

O que foi isso? Meu Deus, o caso é bem pior do que eu esperava, alcamei-o e conversei com ele, agora sem pressões, só com diálogos normais para o conhecer melhor.
Me retirei da sala, e lembrei que tinha um encontro com uma amiga em um restaurante na rua 722. Fui até meu apartamento e fui tomar um banho no meio do caminho eu ia caindo, acho que estou com um problema de saúde, mas isso pode esperar. fui me banhando comir um pouco e me deitei, esperei dar a hora para o jantar, quero repor as conversas em dia com a Pitty.
Peguei  meu carro um Sandero branco. e entrei no restaurante poucos minutos depois a Pitty entrou e começamos a conversar.
Pitty: Quanto tempo!
Karen: quando a mulher é arquiteta e vive trabalhando acho que ela fica sem tempo pra as amigas de infancia.
Pitty: Você como sempre dramática Karen - sorriu e tomou um gole de uísque
Karen: mas e você Pitty como está? soube que seu marido faleceu a poucos dias.
Pitty: Não me reelembre por favor, está sendo dias difícis para mim.
Karen: Você sabe que tem uma amiga, pode contar comigo.
Pitty: Eu sei, e fico grata com sua generosidade.
Karen: Eu sei do quanto está só. se quiser eu posso ir lhe visitar.
Pitty: Não precisa, obrigada. Ganhei muito dinheiro com a perda do meu marido e... estou usufruindo para minha mente esparecer um pouco.
Karen: Eu entendo... Fiquei espantada quando soube que tinha comprado um iate.
Pitty: Tenho que ser feliz Karen. Tenho que gastar o dinheiro que eu tenho.
Karen: você como sempre com esse seu hobe gastando e gastando - sorri e tomei e um gole de uísque.
Conversamos mas 30 minutos e parei, já estava ficando meia zonza, a Pitty me parece ótima como sempre, e até melhor, nunca me pareceu que ela amava o marido, talvez seja isso, até um alivio para ela.
Peguei minha Sandero e fui devagar quando estava saindo da rua olhei para atrás estava bastante escura me virei para a frente acelerando e de repente o carro balançou. Atropelei alguém é isso? dei ré e vi que tinha alguém caído no chão, desci do carro rapidamente e bruscamente e fui olhar quem era, quando sentir um murro em minha cara e um chute em minha barriga.
Karen: Ow! Não por favor não! - tentei me levantar e a pessoa com que tinha me dado as pontadas de dor continuou até que quando eu olhei alguém vinha correndo e um dos ladrões gritou:
- Sobe no carro porra! Sobe!
- Vem! Vem ! esquece essa idiota! Se levanta do chão sua merda!
O cara com quem eu tinha "atropelado" se levantou e saiu correndo, mas o rapaz que vinha correndo deu um soco no ladrão que ia se levantando do chão e os outros ladrões iam saindo com meu carro. Eu estava bastante machucada, o sangue escorria da minha boca sai me levantando com a mão na barriga e olhei para aquela situação em minha frente, ou eu ajudava o rapaz que ou tentava recuperar meu carro.
me direcionei até o rapaz e os ladrão avistei um paralelepipedo e peguei e joguei na cabeça do ladrão e ele caiu e eu cai no chão a dor aumentava cada vez mas e mas!



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