quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Não existe amor em Atlanta - capitulo 12

            '' Os bares estão cheios de almas tão vazias, a ganancia vibra, a vaidade excita '' 

Ele caminhava cambaleante pela rua escura e deserta da boate onde antes ele estava, a euforia e bem estar que antes ele sentia por conta da droga deu espaço a dores dos machucados em seu corpo, seu coração continuava acelerado, seu sangue fervia nas veias.
A vodka não havia feito efeito sobre ele, Justin não tinha bebido muito.
Uma dor em sua barriga o impedia de andar, Justin avistava um parquinho não muito longe, com muita dificuldade ele andou até lá deitou em um dos bancos e lá acabou se entregando ao cansaço , ele dormiu.

( ... ) narrador off.

- Justin? o que aconteceu com você? você tá todo machucado cara - minha puta chamada ryan me ajudou a andar até meu quarto, me joguei na cama, meu corpo todo doeu como se eu tivesse acabado de me jogar e um prédio de mil andares.
- eu to bem cara, relaxa , aaa - gemi de dor, era inevitável
- to vendo - ele riu - o que aconteceu?
- eu briguei
- com quem?
- com uns caras
- onde e porque?
- cara vai se foder e me deixa em paz que eu não to afim de dar entrevista - me virei ficando e costas para ele e fechando os olhos
- pó justin, não faz isso com a tua via cara , você é novo, pode estudar, fazer faculdade, eu já te falei que eu te levo onde eu faço e ...
- porra cara, eu já falei que não quero estudar. - Falei alto
- eu só não intendo porque, caralho me explica, qual é , todo mundo quer ser alguém na vida, quer ter grana ...
- eu não quero
- porque? - ryan perguntou alto assim me irritando.
- porque eu não tenho a quem orgulhar, eu não tenho ninguém nessa droga de mundo, a única pessoa que eu tinha morreu, ela se foi, a única a quem eu tinha que orgulhar não tá mais comigo!

um nó se formava em minha garganta mais eu não ia chorar, eu não me permito ser fraco desse jeito, um dia eu jurei a mim mesmo e a minha mãe que eu nunca mais derramaria uma lagrima sequer ... e assim sera.

- é ... - ryan falou de cabeça baixa, ele olhava para os seus próprios pés - eu também não tenho mas a minha mãe comigo, fisicamente mais eu sei, eu sinto que ela tá aqui comigo, o meu lado cara, e é por mim e por ela que eu quero me dar bem na vida, eu ainda tenho alguém pra orgulhar. As vezes precisamos enterrar o passado para poder seguir em frente, nem que esse passado tenha sido um dia tudo pra você. pensa nisso.

Ryan saiu do quarto me deixando só, aquela porra de dor no corpo parecia piorar a cada minuto e o nó na minha garganta continuava intacto.
Fechei os olhos na tentativa de dormir mas uma cena me veio, o beijo que eu dei na mandie no orfanato, eu nunca fui de pensar em beijos que eu já dei em garotas, pra falar a verdade ... eu sempre esqueço até o nome das garotas que eu pego.
Mas com a mandie foi diferente, o que eu vou falar pode até parecer meio gay, quer dizer muito gay mas eu ... eu sinto que agente tá ligado de algum jeito, não sei como mais eu sinto!

[ ... ]


- Ei gatinha!
- Justin? ah justin que saudade de você - corri até ele o abraçando com força, que saudade eu estava desse garoto.
- você tá linda ein, quer dizer .. sempre foi. - ele sorriu lindamente pra mim.
- Obrigado mas você esta muito mais lindo.
- e gostoso - ele riu
- e convencido - nós rimos, ficamos em silêncio, nos encarando, seus olhos cor de mel eram hipnotizantes, eles me secavam da mesma forma que meus olhos o secavam.
Logo nossas bocas estavam coladas uma na outra, justin me beijava lentamente, nossas línguas se entrelaçavam em nossas bocas, ou melhor , se encachavam.
Era como um quebra cabeças que com um beijo, finalmente estava completo.
a mão de justin descia devagar nas minhas costas até minha bunda a apertando levemente, ele deu um sorrisinho sapeca ainda no beijo, logo depois parando aos poucos, dei uma leve mordida em seu lábio o fazendo rir.
- eu te amo jus!
- eu também te amo minha gatinha!

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- Mandie ... mandie acorda , tem um amigo seu querendo falar com você! - marye me sacudia como um saco de batatas, droga então quer dizer que isso tudo foi apenas um sonho!
Por um momento eu pensei que fosse real, por um momento pensei estar realmente nos braços do meu justin!

Levantei a cama sem ao menos ir me olhar no espelho, fui direto para a sala passando apenas as mãos em meu cabelo, ao entrar na sala olhos verdes me observavam, olhos, aqueles olhos me lembravam o justin, como eu queria saber onde ele esta, se esta bem, queria ao menos ve-lo rapidamente. ve-lo para sempre, todos os dias. não só uma vez, não pela ultima vez.

- é, oi jason.


CONTINUAAAAAAAAAAAAAAA MEU POVO.


aí, vamos falar de coisa chata agora, tá foda continuar postando sem ao menos saber se vocês estão gostando da historia, na moral mesmo, se não tiver pelo menos 3 comentarios nesse capitulo eu não vou mais postar não existe amor em atlanta.
um escritor precisa de incentivo pra escrever, precisa saber que vão gostar do que ele escreve.
então, comentem, falem comigo, ao menos um oi PORRA.
bjuuuuuuuuuuuuuu da fernandinha na bundinha.



3 comentarios Beleza?




Um comentário: