quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Eu sabia que você era problema - Capitulo 26


Karen vinha com as comidas pra eles, ela vinha sorrindo, estava tão feliz ao lado dele. Ele é tudo do que ela precisa, ele é a razão da sua felicidade agora. E dois coverdes batendo brutamente nele a deixou assustada mas brava. Ela correu na direção dos dois jogando o lanche no chão e empurrando ele, socando um dos dois. ela estava gritando e chorando numa dor súbita. Justin estava morrendo e ela tinha que primeiro lidar com os grandalhões isso dói nela. Karen olhou pra justin e sussurrou "Justin..." com lágrimas nos olhos. - Seus filhos da mãe! - completou karen - e ae Lenz ta afim de brincar com essa garota? parece gostosa. Lenz olhou com segundas intenções falando "Peituda" - Justin.. Justin respira eu vou te tirar daqui - Karen sussurrou ao tocar em justin - Aonde pessam que vão. - gargalhou Quando o maior, Wizz pegou no braço de Karen de forma bruta o celular dele tocou. Era o Wood obrigando os dois a se retirarem dali. E Karen fez o mesmo, foi carregando justin até a casa onde estavam. - Como isso aconteceu? - indagou Jack - Não sei... não sei. - ainda trêmula - o doutor lucas esta no quarto com justin, nós vamos leva-lo para um hospital, O coração dele não está aguentando mas. - jack falou virando para tyler - Não cara, não diz isso - Tyler Falou chorando. - Eu não deveria ter saído de perto dele... não devia - soluçou Karen - Eu quero ir com ele. Então o doutor saiu do quarto e logo atrás dele vieram 2 homens carregando a maca onde justin estava , Karen foi até justin e forçou o sorriso dizendo: - Você vai ficar bem. - Dessa...dessa vez acho que não. - justin falou com dificuldade e karen não sabia mas o que falar, ela deixou que as lágrimas escorrecem por seu rosto enquanto levavam justin até a ambulância em frente a casa.
[ ... ]
uma sala branca com vários aparelhos, um em especial chamava a atenção de karen, ele apitava demoradamente, pi 1,2,3,4 pi 1,2,3,4 pi, essa era a frequência de batimentos do coração de justin. ele batia lentamente, batia como se pesasse 1 tonelada. Justin estava pálido, sua boca não tinha mais um cor saudável e seus olhos abriam e fechavam lentamente, sua aparência não era das melhores. karen queria chorar ao ver ele assim, queria chorar sem parar, acabar com todas as lágrimas existentes nela mais não podia. ela tinha que ser forte, por ela e por ele.
- você vai ficar comigo não é? não vai me abandonar agora que bagunçou minha vida toda - karen riu fraco para justin, ele fez o mesmo - e..eu não sei - falou com dificuldade e depois de uma pausa para respirar completou - ach..acho que dessa vez o bieber aqui não aguenta. - Não fala isso, por favor. você ainda vai me encher muito garoto. - Garoto n-não - justin riu fraco depois tossiu - droga! - se eu pudesse eu dava metade do meu coração pra você, juro. - karen .. - Fala. - se eu não aguentar, se eu morrer ... - justin foi interrompido por karen - Você não vai morrer, eu já falei. você é forte, cade aquele garoto irritante e persistente que eu conheço? cade - karen falou com os olhos cheios de lágrimas, ela não conseguiu resistir. - por favor .. escuta - respirou fundo - se eu morrer p..promete que você nunca vai me esquecer - Justin você não vai mor... - por favor doutora ...
karen mesmo chorando sentia um nó em sua garganta, ela nunca se sentiu tão triste na vida, ela sentia uma dor enorme. uma dor quase parecida com a que ela sentiu quando perdeu seus pais.
- Eu prometo.
2 dias depois.
- tá se sentindo bem moleque? - jack perguntou a justin sorrindo - tó de boa cara. - justin respondeu - cade minha gata? - perguntou rindo - foi comer um lanche, ela já volta. - tyler respondeu - já que você esta bem vou ir resolver umas coisas, você fica com ele até karen vir tyler? - Claro que fico com meu brother - tyler sorriu e jack se retirou
tyler observou justin sem falar nada enquanto ele deitava de volta na cama lentamente por conta da dor que ele sentia no corpo. muitas coisas passavam por sua mente, ver seu brother ali naquele hospital, mal, ele não gostava nada.
- aaai - justin gemeu - que foi cara? você tá bem? quer que eu chame a enfermeira? - tyler perguntou nervoso - Não, relaxa ai mane - justin riu fraco - só deitei de mal jeito. - ah, que susto. - tyler riu - e então? como tá com a doutora gosto...gat.. a doutora ai - falou sem jeito - mane - ri - tá de boa, enquanto tá durando. eu não sei se vou tá vivo amanhã, ou mais tarde e ... - não fala assim cara, agente passou por tanta coisa e ainda tá aqui, os dois vivos. essa vai ser só mais uma - eu sou um azarado mesmo - justin riu - vi meus pais morrerem, morei na rua por anos, assaltei exatamente o lugar onde mora o homem que matou eles e agora to aqui .. nessa droga de hospital, entre a vida e a morte. - calma cara, você vai viver. nem que eu tenha que te dar meu coração - tyler falou sério - a tá , saquei - justin sorriu - sério. to falando serio ...
karen entrou no quarto interrompendo a conversa dos dois. justin sorriu, um sorriso que iluminou aquele quarto escuro e sem esperança de hospital. tyler levantou da beira da cama caminhando em direção a porta e saindo do quarto sem nada falar. karen beijou justin.
- tá bem? - ela perguntou - tó melhor agora - riu - bobo você ein. o que você e o tyler estavam conversando? ele saiu todo estranho daqui. - Nada demais gata. agora vem cá - justin riu puxando karen para deitar ao seu lado, - o médico de justin entrou no quarto. - desculpem interromper - Dr. Lucas falou - o senhor não esta interrompendo. - karen sorriu levantando - e então garotão? como se sente? - lucas perguntou a justin que sorriu - só to meio enjoado. - isso é normal, os remédios são meio fortes. mais não foi disso que vim falar, vim falar do seu transplante, você está na fila. E hoje morreu um paciente que poderia doar o coração pra você ... - nossa, que bom, meu deus - karen falou feliz - mas ... - sabia que tinha um mas - justin revirou os olhos - manda .. - mas ele não é compatível com você , sinto muito. já temos em quem transplantar o coração. - Deu uma pausa e continuou - mais não percam as esperanças. - eu já perdi antes de saber que tava com essa droga de doença. - justin falou com tristeza na voz inferrujada. - JUSTIN! - karen o repreendeu - não, deixe-o dona karen, eu vou indo, vou deixa-los sós. O Dr. se retirou da sala e Karen se despediu do doutor e em seguida virando para Justin que a fitou surrando. - Você é muito sexy sabia? desde o primeiro dia em que te vi eu percebir o quanto era linda... - Karen olhava atentamente com os olhos fechadinho por causa do enorme sorriso que tinha ficado em seu rosto. - E hoje posso dizer, que eu descobrir o quanto você também é linda por dentro. - Você me deixa boba sabia? - justin tossiu e voltou a olhar pra ela - te olho e simplesmente não consigo me ver longe de você... Eu quero você e eu, juntos. Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença... - falou karen Justin fez um gesto com a mão chamando a "mulher de sua vida", era só desse jeito que ele a resumia. A puxou para seu lado e abraçou por um tempo como se não quisesse a larga jamais. E então falou baixo mais audivél. - eu te amo karen. - Nossa, nunca pensei em escutar isso de você - karen brincou - tó aqui expressando meus sentimentos e você me zoa? - justin riu também - não, tó brincando amor. eu também te amo, muito. e como eu disse antes eu não consigo me imaginar sem você, nunca, você tem que viver tá ouvindo? tem que ficar bem novamente. - eu só to lutando por você, eu quero viver por você, só por você karen. nada mais me prende a essa droga de vida. - eu sempre vou esta do seu lado - karen o abraçou e deu um beijinho em sua bochecha - eu também, sempre vou tá com você, quer dizer ... se você deixar - é claro que eu deixo bobo. - então aceita meu pedido? - pedido? que pedido? - se eu ficar bom, se eu sair dessa eu quero você comigo, para sempre ... - Mais eu já disse que será assim. - Mais vai ser oficial, eu quero que você se case comigo karen, eu quero uma familia com você - justin abriu um enorme sorriso e karen fez o mesmo - eu te amo tanto justin drew bieber, tanto ela o beijou tão intensamente, apreciando seus lábios com toques suaves. Para ela esse foi o melhor beijo desdo primeiro, e desse ela nunca iria esquecer pois no futuro iria lembrar como o melhor dia da vida dela, o dia em que o amor da sua vida a pediu em casamento.
- isso foi um sim? - justin perguntou após o fim do beijo - claro que foi... -gaguejou- sim, sim, mil vezes sim justin - o beijou num pulo de alegria suprema.
[ ... ] Tyler ao sair da sala de Justin foi procurar o doutor. Ele tinha lido muitos casos de pessoas como a do seu "brother" e infelizmente não achavam ninguém compatível ou quando encontravam um, o paciente que receberia o coração transplantado já estava fraco o suficiente para não aguentar a cirurgia. Tyler, sempre foi "maduro" ele sabia o que era certo ou não a fazer, as vezes ele fugia um pouco desse seu consentimento de vida, mas logo se reprimia. Mas esse garoto só veio a ser assim com o passar do tempo. com as mágoas, dores, rancores e feridas do tempo, que cicatrizaram, formando esse grande homem que ele é hoje. A ultima palavra que o doutor disse a ele foi "francamente? aproveite o tempo que poder com ele, se não haver ninguém, á alguns dias mesmo se houver ele não irá aguentar. me desculpe." Ele deliberadamente pirou. Foi pra casa e começou a quebrar os móveis e alí estava ele, segurando uma garrada com álcool. Ele bebia com vários goles que iam descendo pela sua garganta o queimando. - Droga, Droga. Não, Não - ele balançava a cabeça pra um lado e pro outro. Então ele abaixou a cabeça até seus joelhos quando viu que Jack tinha entrado em casa. Jack pousou a chave da casa na estante e virou para tyler com um sorriso, que desapareceu quando ele percebeu que ele estava um lixo. - Ei, Ei, o que pensa que está fazendo? - Levantou a cabeça dele. - Me deixa cara, me deixa! - Gritou - Calma! - fez pausa - O que houve? - falou suave para tentar controlar a situação. - Olha pra mim? Estou um caco não? um lixo? ... o que quer ouvir? - Levantou mas não conseguiu dar passo algum, Ele agora tinha acabado de vomitar. Então Jack pegou um pano molhou e enxugou a boca dele e resmungou brincando. - O velhote aqui sou eu e agora eu que tenho que te dar banho. argh - Ahh - manhava - Jack foi o levando até o banheiro ligando em cima da cabeça dele. - Que isso cara? - Isso é pra você aprender. E parar de ser um moleque. Lá permanecia ele, de cabeça baixa, esfriando a cabeça, pondo os pensamentos em ordem até que escutou tiros na casa. Seu coração começou a bater cada vez mas rápido e mas rápido o deixando numa angústia suprema.

CONTINUAAAAAAAAAA.

divulguem, comente e blá blá blá blá
tchau, bjo na bunda
- Fernanda

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Eu sabia que você era problema - Capitulo 25

[...]

Jack estava revendo alguns papeis que o Dr. Lucas lhe mostrara. Ele não queria acreditar no que estava vendo, era doloroso pra ele. Justin um muleque que já pisou em vários vidros mas continuou caminhando, Ter que passar por isso era cruel, Mas um sofrimento em sua vida, mas uma peça que a vida lhe esta pregando arduosamente, não é todos os dias que você se torna incapaz de viver. Justin tinha muito ódio no coração ainda, ele não conseguia perdoa aquelas pessoas que arruinaram sua vida, não conseguia esquecer tudo o que a vida fez ele passar, as noites no frio, na chuva, comendo comida do lixo, sim, o garotinho mal humorado comeu e viveu coisas horríveis. Jack estava sem chão mas com uma fé que o levantava sempre que pensava no pior. Agora ele estava ali, guardando todos os papeis e foi dar tchau ao Casal. - pode ir garoto. - Garoto? ih - riu e continuou - Vou dar um rolé , não se preocupa ta cara? - Me preocupar? haha pode ir vai lá Justin. - falou Jack - Hey mano? não vai da um falou no brother aqui? - falou tyler - Ta parecendo que eu vou morrer muleque. ô vou indo tchau. E Justin foi até Karen, ela estava olhando o mar pensativa, tentando buscar uma solução rápida pra Justin. Ela não queria larga-lo agora. - Eai? -foi a puxando - Já? - pra que perde tempo? karen assentiu e foram os dois juntos caminhando até o parque que avia lá perto. estava quase vago o local, a não ser por uma senhora de idade avançada que lia um livro com os olhos estreitinhos. - Aí, ainda quero te ver assim sabia? - falou Justin olhando pra a velhinha. - Vai ver. E eu vou está do seu lado. Sabe pra que? - Pra que minha garota? - Pra te abraçar, te beijar, te fazer feliz. - ela olhou pra justin fazendo com que os dois ficassem ali um olhando pro outro até Justin sorri sem jeito. Sentaram-se na grama verde limão do parque e karen deitou entre as pernas de Justin, depois de um tempo ali os dois olhando pro ceu e para as arvores que o rodeavam. - Apesar de todos os erros, Deus ainda da uma chanse pra nós, e... Porque você não se da uma chanse? Esquece aquele Wood por favor. Isso só te faz mal. Vamos recomeçar Juntos justin? Quando você sair dessa me promete que vai desistir dessa ideia de vingança. - Justin a ouvia atentamente, as vezes com um sorriso ironico como se tudo o que ela falasse fosse loucura, então ela percebendo continuou - Você me lembra um revolucionista, você tem toda a razão pra ter rancor justin, mas sinceramente eu tenho pena de você, ele está lhe vencendo. - Pena? é isso que eu acabei de ouvir? - Não me entenda errado por favor. Só compreenda que você é mas do que ele. e não vai ser o Justiceiro agora. se vingando dele você só vai mostrar que é igual, ou pior que ele .... Mas você só vai perceber com o tempo. Nada falou Justin então depois de 5 minutos ele chamou a atenção de sua amada indagando - eu vou me cuidar, não se preocupa ta? eu sei que as vezes eu sou um completo idiota, mais isso é só as vezes - justin sorriu - Ok, só não de um de bobão - os dois riram. Karen disse ao seu namorado que ia comprar uma comida leve para os dois na outra rua e já voltava e Justin tinha permanecido no lugar que estava. Até que... Um soco pegou justin de surpresa, e logo depois outros mais, Ele tentou lutar mais era impossivel, haviam dois caras os espancando, Ele estava sem força pra lutar, ele estava quase inconciente. - Vai cara, quero ver esse marginal de merda sangrar. - um dos homens falou alto pro seu parceiro ,Ele chutava justin, ele estava no chão deitando curvado, se contorcendo de dor. - Agora olha bem pra mim garoto, com certeza o Wood vai amar ver expressão linda em seu rosto - ele olhava para justin sorrindo com uma camera em sua mão - Levanta moleque! Mas Justin já estava muito mal, ele iria morrer, já havia levado surras como essas ou até pior antes, só que agora era diferente, ele estava doente. Karen o chamou e lá estava justin pra ela, por ela.


CONTINUA.... PAM BAM BAM BAAAAAAAAAAAAAM


uehuehue, fernandinha gostosinha, gatinha, delicinha postando aq hoje.
Bju na bunda
leiam, divulguem e blá

Tchaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaau.
brenda tá lendo como conquistar um homem em 10 dias por isso não postou.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Não existe amor em atlanta - capitulo 13

Continuacão


- eai? vamos ? - Jason sorriu esperando minha resposta, mas para onde iriamos mesmo? eu não lembrava mais.
- hã?
- Minha casa, eu, você, conhecer meu pai - ele falou como se fosse obvio.
- Ah é, mas ... jason, você não acha muito cedo para isso? faz apenas dua semanas que namoramos, eu ainda nem contei a marye.
- é tão importante assim você contar para a empregada? - perguntou com uma voz monótona
- sim, ela de uma certa forma se tornou minha mãe e não apenas uma empregada Jason! eu faço questão de conta-la - falei grossa 
- Nossa, me desculpa amor, eu não sabia que a marye era tão importante assim para você. - ele me abraçou, deitei minha cabeça em seu peito, eu poderia dizer que o abraço de jason é o melhor do mundo, se eu nunca tivesse abraçado o Justin. Ah justin, tudo me lembrava ele hoje.
- Você tá bem? tá meio aérea - jason perguntou me olhando 
- to sim jus...quer dizer jason. 
- e então? o que vamos fazer agora? já que não vamos ver meu pai né ...
- Um filminho? - sorri
- pode ser, terror? - ele pergunto já sabendo minha resposta 
- Nunca! - ri

          '' É impressionante o que você é capaz de esconder com apenas um sorriso '' 


[ ... ] 


- Ei gatinha!

- Justin? ah justin que saudade de você - era ela, Mandie , tinha um sorriso lindo em seus lábios carnudos e pequenos, ela me abraçou com força. 
- você tá linda ein, quer dizer .. sempre foi. - ela me soltou voltando a me olhar sorrindo
- Obrigado mas você esta muito mais lindo. 
- e gostoso 
- e convencido - ela riu e o silencio pairava ali, droga, eu queria beija-la, abraça-la, dizer que ela é minha e que e a amo mais não conseguia.
Resolvi agir, a beijei, uma garota que me fazia descobrir sentimentos era ela, e naquele momento descobrir algo novo, um frio no estomago ou sei lá onde. coisa de menininha.
Quando paramos o beijo ela sorriu, eu tinha apertado sua bunda, qual é? não tinha como resistir.
eu a encarava com um sorriso bobo no rosto, naquele momento eu era um bobo, um completo idiota.

- eu te amo jus. - ela falou 

- eu também te amo gatinha! 

~~~~~~~~~


Senti meu rosto queimar e escutei risadas, levantei da cama em um pulo assustado. porra! tinha sido só um sonho, uma droga de sonho.


- PUTA QUE PARIU RYAN. - gemi enquanto empurrava me travesseiro contra meu rosto

- Isso não é mais hora de dormir puta! - ele gritou logo depois gargalhando 
- filho da puta, o que é? me acordou pra te comer? vou logo avisando que eu não como frango
- Vai se foder gay - ele murmurou 
- aquele role de skate ? vamos? - chaz perguntou ainda rindo do tapa que eu levei na cara.
- Não to afim - falei fechando meus olhos novamente, minha mente vagava , seria fácil dormir de novo, se esses filhos da mãe deixassem.
- porra justin, qual é ? vamos? - ryan implorou 
- não porra ! - a campainha tocou, o mané do ryan resmungou alguma coisa e foi atender, continuei de olhos fechados. 
-justin? 
- qual é chaz? 
- eu tenho uma coisa pra te falar. é treta . 
- Ih, qual foi ? engravidou quantas? - perguntei rindo já de olhos abertos.
- eu nenhuma cara. já você ... 
- hã? - não entendi porra nenhuma
- eu encontrei a lorrani, ela me falou que ... - deu uma pausa pra me irritar, eu sei 
- o que caralho ? fala
- ela tá gravida e você é o pai.
- OQUE?! 

[ ... ] 


- quer o bagulho tem que ter grana, se não tem que trabalhar, quero que você der uma lição em um cara.

- eu não falei que aceitava o trabalho houston.
- Vai querer a coca ou não justin?
- tá, quem é o cara? 
- Jason. jason simpinsow. 

e lá estava eu socando e chutando aquele cara sem um motivo forte, eu estava espancando alguém porque outro alguém mandou, só isso.

O tal jason gemia de dor no chão enquanto eu terminava de soca-lo.

- foi o houston não foi? ele ... aiiii - puxei jason pela gola da blusa o empurrado contra uma parede, ele era um cara durão, mesmo depois de apanhar feito um condenado ainda tinha forças pra falar.

- ele mesmo, se mete com ele de novo e na próxima eu já venho com o teu caixão preparado.
- Nossa ... - jason sorriu logo depois tossindo - quer dizer que o houston agora contrata moleques para ser seus capangas? 

agora sim ele me irritou, iria socar a cara dele com toda a minha força quando escutei uma voz fina, um grito, e logo em seguida um choro.


- Para , por favor, para ! - me virei pra ver quem era e puta que pariu, era a mandie. 



CONTINUAAAAAAAAA ...


pois é, eu não ia mais postar essa bagaça mais resolvi que agora vou e pronto.

caralho, todo mundo com medo de o dedo cair se comentar alguma coisa. é foda
amo todo o mundo, amo o mundo.
comentem, divulguém e bla bla bla 
quem comentar aq ganha um vale sexo com o justin euheuhuhUHUHE
bjo da fernandinha na bundinha 
@bbrisando para contatos mais pessoais se você me entendem uehueh

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Eu sabia que você era problema - CAPITULO 24

Eu sabia que você era problema  

CAPITULO 24



- E então, depois que isso tudo acabar, o que você vai fazer da vida? você sabe que a sua vida não é só se vingar desse tal de wood né? - Karen perguntou a Justin enquanto olhava o mar ao seu lado 
- não sei. por enquanto só o que me importa é matar o cara que acabou com a minha infância. -  Justin parou para olhar o mar, ao lado dele ela queria abraça lo, falar o quanto o ama, o quanto quer ficar com ele, o quanto ele importa para ela. ver Justin bem, para ela agora era prioridade, ela podia não demonstrar mais nunca mais sairia de perto dele. 
- O Brasil é ótimo né? - Karen mudou de assunto - queria poder morar aqui. 
- E porque você não pode? 
- Minha vida esta no Canadá. Lá eu sou reconhecida, tenho meus clientes, aqui iria ter que recomeçar, não seria lucroso. 
- sei... sei... muito interessante essa vida de idoso se preocupando com as melhores coisas da vida - falou com um sorrindo sarcástico 
- O que? por um acaso você esta me chamando de velha? - Karen fingiu esta irritada olhando o fulminando Justin com seus olhos semi cerrados
- nunca que i ... - gargalhou não conseguiu completar a frase, não aguentou o riso.
Mas Justin se interrompeu, estava acontecendo de novo, seu peito doía, agora uma dor quase insuportável, ele não conseguia mais respirar. suas pernas cederam fazendo ele cair de joelhos no chão, enquanto tentava respirar escutava a voz de Karen ao seu lado, sentia seu toque, e mesmo estando alí, com aquela dor insuportável, ele se sentia bem, se sentia protegido.
- Justin ... respira ... oh meu Deus!
- Me ... me ajuda. - Justin gaguejou e logo em seguida seus olhos foram fechando, estava lutando para abri-los, ficar consciente, mas não conseguia. 

Karen ficara nervosa não sabia ao certo o que fazer, mas sabia que tinha que ampara lo, ela encostou sua orelha no peito dele e percebeu que seu coração batia lentamente, e a respiração estava fraca, ele não estava bem, naquele momento Karen sentia que podia perder ele, o homem mas duro e marrento e amável que ela conhecerá. E seus olhos começaram a ficar vermelhos, sim, a doutora estava chorando, leves lágrimas saiam de seus olhos azuis num choro oprimido ela pensou rapidamente o que tinha que fazer e, encostou ele na areia e pediu pra ele inspirar e expirar lentamente e pôs a cabeça de Justin ao lado dos joelhos fazendo ele ficar encolhido e melhorar aos poucos.
- ufa! Minha doutora - sorriu agradecido
Karen sorriu e brincou
- Meu adolescente - não era hora para brincadeiras ela sabia, mas rir ela gosta e ao lado de Justin... gargalhar seria um bom remédio
- Pode parar - puxou-a para seu lado e deitou em cima dela na areia entrelaÇando sua mão nos cabelos de Karen e acariciando a pele suave da doutora, e iniciou um beijo que lembrou lhe do passado com ele, o mesmo beijo encantador que ela necessitava ter, doce e quente. 
- Não me abandona agora. - Justin sussurrou aos beijos

[ ... ] 

-  Você não pode comer em excesso, correr, caminhar rapidamente, fumar, beber, nada que você se esforce muito. - O Dr. Lucas falou olhando para o casal
- Ha! Não posso fazer mais nada de divertido é? - Justin cruzou os braços como uma criança embirrada inquieto
- Isso é pro seu bem, seu coração esta inchado, muito inchado - Karen falou para Justin 
- Isso mesmo dona ... ? 
- Karen Diamonds. 
- Você é mãe dele? 
- Se você já algum dia já levou sua mãe pra cama, é ... ela é minha mãe sim - Justin respondeu rindo sarcasticamente
- Justin seu idiota - Karen falou irritada mas no fundo gostou ela também era "sapeca"
- que foi? - disse ironicamente - pra variar convenhamos pensou Karen -
- tudo bem dona Karen. me desculpe, peço desculpa aos dois. - o medico falou envergonhado 
- tudo bem. então podemos ir? - Perguntou serena 
- claro! Agora é só fazer tudo direito. sem esforço.
Justin estava cansado porém ele não iria recusar um convite de sua doutora. Karen fez um convite inusitado a Justin sobre a tarde de sol, eles iam ao parque, ela sabia que o garoto dela não pode ficar fazendo esforço, então no parque num lugar calmo pela noite ela gostaria de está ali com ele, apenas curtindo a leve brisa conversando, o amando, cada detalhe seu. 

                                                                      [...]

" O blog ta com alguns problemas mas vai da tudo certo, é o que espero... Continuem lendo ae swags e comentes suas merdas uahsuha sz "

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Eu sabia que você era problema - CAPITULO 23

Capitulo 23                                  - Eu sabia que você era problema.


- Mas o que você veio fazer aqui? - Indagou Justin com o máximo de curiosidade mas não deixou que ela percebesse.
- Ué, não posso ser médica mas posso te ajudar, se quiser ficar comigo é claro. - Karen odeia "rodeios" então foi logo direto ao ponto
- Só se me tirar dessa cama e me levar para dar uma volta.
- Aceito!
-  Vou demorar um pouco, pode me esperar com os caras lá fora se quiser.
Ao Justin se levantar Karen sorriu saliente ao ver o peitoral de Justin
- Pode ir - gargalhou Justin - O gostoso aqui vai se trocar
- Está bem gostoso - pôs enfase no "gostoso" rindo
Justin queria fumar logo ele precisava daquilo o mas rápido. Ele estava usando tanto frequentemente, que estava ficando necessitado. porque só a maconha o deixava "tranquilo" "zem" "na paz com o universo" como ele se referia. Mas ele sabia que só fumava pra limpar as tristezas que o percorriam, no fundo ele tinha medo por mas que negasse a si mesmo ele no fundo assentia isso.
Então levantou com um pouco de preguiça, parecia que seu corpo só sabia essa palavra "preguiça" pôs a droga no bolso. Karen era esperta e ia perceber o cheiro. Ele só pôs a blusa e saiu em seguida levando ela até as areias da praia onde só quem conseguia ver eles era o mar e a lua cheia que por sinal estava linda.
Karen apesar de amar o Justin ela necessitava da verdade. pois só assim ia conseguir se dar por completa a ele. então resolveu ali sobre a tranquilidade do mar falar com ele sobre o tal assunto que lhe dava medo de saber a verdade.

- Me desculpa esta te perguntando assim mas ... quem é você afinal? - Karen perguntou a Justin
- Você não ia gostar da resposta, certeza que quer ouvir?
- quero.
- você sabe que eu morei na rua por muito tempo, que a minha vida foi uma merda por anos, que eu vi muita coisa e isso por parte ajudou a formar o meu caráter, um mal caráter. eu vivia de assaltos, eu e o meu '' irmão '' o Tyler, agente roubava os ricões, gente que não ia sentir falta do que ia ser tirado deles. um desses assaltos , o ultimo pra ser mais certo foi na casa do velho lá ...
- O tal Wood? - Karen perguntou olhando nos olhos de Justin
- ele mesmo. agente conseguiu pegar tudo que tinha no cofre dele mais uma droga de alarme tocou, o Tyler fugiu e eu fiquei, o velho me pegou e em vez de chamar a policia ou sei lá ele me fez uma proposta. - Karen apenas assentiu fazendo com que Justin desse continuidade - ele me pagaria muito bem pra eu matar um dos homens que um dia trabalhou com ele e que o tinha traído. eu aceitei, só ia matar uma pessoa , um maluco, nada demais. eu achava que não ia ser nada demais, até ficar sabendo que eu tó metido nessa historia maluca até o pescoço.
- Como assim? - Karen perguntou confusa
- o Wood foi quem matou meu pai e minha mãe. meu pai era '' namorado '' do velho - Justin riu sem humor - o velho descobriu que o meu pai traia ele e que tinha um filho dessa traição, no caso eu. foi dai que ele matou minha mãe e ele, teria me matado também se eu não estivesse escondido.
- você acha que se vingando do Wood você vai viver melhor, e isso? - Karen perguntou a Justin e Justin a olhou fixamente
- ele matou meus pais, as únicas pessoas que eu tinha, eu era só um moleque, eu tinha sete anos e tive que me virar, tive que sobreviver, viver na rua, com pessoas ruins, é claro que eu viveria melhor com esse velho filho da mãe morto. - Justin riu sombriamente.
- isso não vai te fazer melhor que ele e você sabe disso né? vai te fazer ser igual a ele, você vai matar alguém... mais alguém - falou Karen com tristeza
- Foda-se , eu já perdi tudo mesmo, primeiro foi os meus pais, agora a minha saúde, a unica coisa que eu tinha, a droga da minha saúde - Justin falou
- você vai ficar bem de novo, você vai ficar bom - Karen deu um sorriso tranquilizador e mudou de assunto - estou com fome, viajei horas pra vir aqui, vamos comer né? - Karen sorriu novamente com aquele sorriso, o sorriso que Justin amava.


    [ ... ]

- caraca, não sabia que mulher comia tanto assim - Justin falou rindo de boca cheia
- Não fala de boca cheia garoto. - Karen sorriu também
- você é muito chata sabia?
- Nossa, obrigado pelo elogio - riu
- não sabia que você tava aqui também doutora.
- estou, vim pra esquecer os problemas, fugir um pouco mas ...
- mas os problemas te seguiram - Justin completou dando uma mordida em seu hambúrguer.
- mas ou menos isso.
- você vai mesmo querer ficar longe de mim só por causa da vida que eu levo? qual é eu ...
- Justin eu não quero falar sobre isso agora.
- mais eu quero falar, eu não quero deixar nada pra depois, depois eu posso não tá mais vivo .
- não fala isso! você vai ficar vivo. - Karen esbravejou

ao terminarem de comer Justin e Karen resolveram voltar para a praia, Justin não queria voltar pra casa agora, Karen também não. estava ficando escuro, a praia estava vazia , os dois caminhavam um ao lado do outro sem falar nada, um silêncio constrangedor para os dois.

                                                               [.CONTINUA..]

"Continuem lendo ok? ou apanham muito. rum" - Brenda

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Não existe amor em Atlanta - capitulo 12

            '' Os bares estão cheios de almas tão vazias, a ganancia vibra, a vaidade excita '' 

Ele caminhava cambaleante pela rua escura e deserta da boate onde antes ele estava, a euforia e bem estar que antes ele sentia por conta da droga deu espaço a dores dos machucados em seu corpo, seu coração continuava acelerado, seu sangue fervia nas veias.
A vodka não havia feito efeito sobre ele, Justin não tinha bebido muito.
Uma dor em sua barriga o impedia de andar, Justin avistava um parquinho não muito longe, com muita dificuldade ele andou até lá deitou em um dos bancos e lá acabou se entregando ao cansaço , ele dormiu.

( ... ) narrador off.

- Justin? o que aconteceu com você? você tá todo machucado cara - minha puta chamada ryan me ajudou a andar até meu quarto, me joguei na cama, meu corpo todo doeu como se eu tivesse acabado de me jogar e um prédio de mil andares.
- eu to bem cara, relaxa , aaa - gemi de dor, era inevitável
- to vendo - ele riu - o que aconteceu?
- eu briguei
- com quem?
- com uns caras
- onde e porque?
- cara vai se foder e me deixa em paz que eu não to afim de dar entrevista - me virei ficando e costas para ele e fechando os olhos
- pó justin, não faz isso com a tua via cara , você é novo, pode estudar, fazer faculdade, eu já te falei que eu te levo onde eu faço e ...
- porra cara, eu já falei que não quero estudar. - Falei alto
- eu só não intendo porque, caralho me explica, qual é , todo mundo quer ser alguém na vida, quer ter grana ...
- eu não quero
- porque? - ryan perguntou alto assim me irritando.
- porque eu não tenho a quem orgulhar, eu não tenho ninguém nessa droga de mundo, a única pessoa que eu tinha morreu, ela se foi, a única a quem eu tinha que orgulhar não tá mais comigo!

um nó se formava em minha garganta mais eu não ia chorar, eu não me permito ser fraco desse jeito, um dia eu jurei a mim mesmo e a minha mãe que eu nunca mais derramaria uma lagrima sequer ... e assim sera.

- é ... - ryan falou de cabeça baixa, ele olhava para os seus próprios pés - eu também não tenho mas a minha mãe comigo, fisicamente mais eu sei, eu sinto que ela tá aqui comigo, o meu lado cara, e é por mim e por ela que eu quero me dar bem na vida, eu ainda tenho alguém pra orgulhar. As vezes precisamos enterrar o passado para poder seguir em frente, nem que esse passado tenha sido um dia tudo pra você. pensa nisso.

Ryan saiu do quarto me deixando só, aquela porra de dor no corpo parecia piorar a cada minuto e o nó na minha garganta continuava intacto.
Fechei os olhos na tentativa de dormir mas uma cena me veio, o beijo que eu dei na mandie no orfanato, eu nunca fui de pensar em beijos que eu já dei em garotas, pra falar a verdade ... eu sempre esqueço até o nome das garotas que eu pego.
Mas com a mandie foi diferente, o que eu vou falar pode até parecer meio gay, quer dizer muito gay mas eu ... eu sinto que agente tá ligado de algum jeito, não sei como mais eu sinto!

[ ... ]


- Ei gatinha!
- Justin? ah justin que saudade de você - corri até ele o abraçando com força, que saudade eu estava desse garoto.
- você tá linda ein, quer dizer .. sempre foi. - ele sorriu lindamente pra mim.
- Obrigado mas você esta muito mais lindo.
- e gostoso - ele riu
- e convencido - nós rimos, ficamos em silêncio, nos encarando, seus olhos cor de mel eram hipnotizantes, eles me secavam da mesma forma que meus olhos o secavam.
Logo nossas bocas estavam coladas uma na outra, justin me beijava lentamente, nossas línguas se entrelaçavam em nossas bocas, ou melhor , se encachavam.
Era como um quebra cabeças que com um beijo, finalmente estava completo.
a mão de justin descia devagar nas minhas costas até minha bunda a apertando levemente, ele deu um sorrisinho sapeca ainda no beijo, logo depois parando aos poucos, dei uma leve mordida em seu lábio o fazendo rir.
- eu te amo jus!
- eu também te amo minha gatinha!

 ~~~~~~~~~~~~~~~~

- Mandie ... mandie acorda , tem um amigo seu querendo falar com você! - marye me sacudia como um saco de batatas, droga então quer dizer que isso tudo foi apenas um sonho!
Por um momento eu pensei que fosse real, por um momento pensei estar realmente nos braços do meu justin!

Levantei a cama sem ao menos ir me olhar no espelho, fui direto para a sala passando apenas as mãos em meu cabelo, ao entrar na sala olhos verdes me observavam, olhos, aqueles olhos me lembravam o justin, como eu queria saber onde ele esta, se esta bem, queria ao menos ve-lo rapidamente. ve-lo para sempre, todos os dias. não só uma vez, não pela ultima vez.

- é, oi jason.


CONTINUAAAAAAAAAAAAAAA MEU POVO.


aí, vamos falar de coisa chata agora, tá foda continuar postando sem ao menos saber se vocês estão gostando da historia, na moral mesmo, se não tiver pelo menos 3 comentarios nesse capitulo eu não vou mais postar não existe amor em atlanta.
um escritor precisa de incentivo pra escrever, precisa saber que vão gostar do que ele escreve.
então, comentem, falem comigo, ao menos um oi PORRA.
bjuuuuuuuuuuuuuu da fernandinha na bundinha.



3 comentarios Beleza?




domingo, 8 de setembro de 2013

Não existe amor em atlanta - capitulo 11

2 anos depois

Faculdade central de Atlanta. 
10:30 AM. 

- A Erytheylon coca é uma planta encontrada na América central e América do sul. essas folhas são utilizadas pelo povo chamado andino, vocês poderiam me dizer o porque de eles usarem essa planta? - O professor perguntou e como sempre o mesmo garoto o respondeu, o gênio da faculdade, Richard. 
- Eles mascavam a planta ou usavam como componente de chás com a função de aliviar os sintomas decorrentes das grandes altitudes. - Richard respondeu e o orgulho de si mesmo era notável em sua voz. 
- ótimo, muito bom Richard. Continuando ... é com essa planta que é fabricada um tipo de droga, que droga é essa ... Mandie? você pode nos falar que droga é essa? 
- A cocaína, dessa planta é extraída a alcaloide, as folhas são prensadas em ácido sulfúrico, querosene ou gasolina resultando em uma pasta denominada...sulfato de cocaína. - Todos da enorme sala me olhavam, logo um grande sorriso se fez no rosto do senhor de óculos redondos e cabelos brancos a minha frente, o professor. 
- Muito bom mandie, excelente, continue assim e o titulo de gênio é seu - Richard me encarou sério enquanto eu sorria propositalmente afim de irrita-lo e conseguindo. 
- Quem sabe né professor, quem sabe. - respondi sorrindo. 


[ ... ]

Estava caminhando, minha casa ficava a dois quarteirões da faculdade e isso era muito bom, sem stress pra chegar lá. 
o céu se fechava rapidamente, nuvens apareciam cobrindo o sol que antes era totalmente visível, iria chover a qualquer momento. acelerei os passos afim de chegar antes da chuva cair, dito e feito, ao chegar em casa ela caiu, entrei rápido jogando meus livros em cima da mesa de centro da sala, logo ouvi saltos batendo contra o chão. 

- Oi dona mandie, a senhora já chegou? - marye me perguntou sorrindo como sempre, ela tinha seus problemas, dores, mas não importava o que acontecesse ela sempre estava sorrindo e me fazendo sorrir. 
Marye era como uma mão para mim, ela estava comigo quando pequena, estava comigo quando descobrir que meus pais haviam partido e esta comigo agora. 
- Dona, senhora? marye marye, eu já falei para você parar de me chamar de dona, pra você é só mandie eu garota que não me deixa em paz. - sorri fazendo marye rir alto. 
- ai ai, pequena grande mandie. já comeu? 
- Não marye, to morrendo de fome, aquela aula foi um saco. - falei logo em seguida me joguei no sofá. 
- Já falei pra você trancar a faculdade de biologia e fazer do que você realmente gosta, medicina. 
- Não é assim tão fácil marye, minha mãe foi bióloga, o sonho dela era me ver formada em biologia, eu me sinto na obrigação de realizar o desejo dela. 
- O desejo de sua mão era lhe ver feliz mandie, seja como bióloga ou médica. 

fiquei calada, afinal, o que mais eu poderia falar? a marye estava certa mas ... eu sinto que só vou ser realizada quando me formar bióloga, quando receber meu diploma da faculdade, Mandie lopace vinhedo bióloga, e assim realizar o desejo da minha mãe, quero deixar ela feliz, onde quer que ela esteja. 

[ ... ] 

Boate lounge 
Atlanta. 
23:36 PM

coloquei o pó branco em cima do meu braço logo depois aspirando, aquilo ardia pra caralho no começo mais logo passou, bebi mas um gole da vodka em meu copo, meu coração batia acelerado, eu me sentia eufórico, era muito bom, era foda, eu me sentia bem quando usava cocaína, realmente bem. 

- Fala aí Justin. - Um cara que eu nunca na vida apertou minha mão, quem porra era esse ? sorri, foda-se eu não queria saber quem era mesmo. 
- eae. 
- tá curtindo a balada cara? 
-muito!
- curtindo com uma ajudinha né? - ele apontou pra minha mão, eu segurava um saquinho com a cocaína. 
- não preciso disso pra curtir. 
- e porque ta usando então? isso faz muito mal sabia? - o Cara falou com um sorrisinho que me irritou pra caralho, qual é eu uso o que eu quero.
- eu não lembro de ter te perguntado nada. - falei sério 
- ih, - sorriu - qual é cara, vai encarar? - ele continuava a sorrir e agora eu acompanhei, eu ia socar a cara desse mané até ele não poder mais falar. coloquei a minha vodka em cima do balcão atrás de mim e me virei já acertando a cara dele em cheio. 
- FILHO DA MÃE - ele gritou e logo 5 caras me rodiavam, com certeza eram amigos do mané a minha frente. 
- qual é? não se garante sozinho não mané? só eu , você e nossos punhos? - perguntei rindo 
- não , prefiro eu , você e mais 10 punhos. 

[ ... ] 

Justin sangrava pelo nariz, boca e no canto se sua sobrancelha, um de seus olhos estava roxo e inchado. 
ele havia acabo de levar uma surra dos homens na boate. 
Foi injusto, todos sabem, mas quem se importa? 
 
                                                  CONTINUA ESSA PORRA. 



Awwn primeiro beijo deles *---*
Poxa , pq vc fez isso ? Agora os dois se separaram '-' Mas , como em fic tudo acontece , aposto ver os dois juntinhos novamente u_u
Continuaaa gata , gostosa huehueheue 
Beijos <3 ''  = SAI FERA TÁ QUERENDO ADIVINHAR MINHA HISTORIA É? uhehuehuheuhe continueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei 


FIQUEM AI COM VOCÊS FAZENDO PROTESTO. 


domingo, 1 de setembro de 2013

Eu sabia que você era Problema - CAPITULO 22

Eu sabia que você era Problema                                                                                          Capitulo 22
"o fim e o início de tudo está adiante, basta enxergar"

P.O.V karen

estava entertida em meus papeis quando minha secretária avisou que havia um senhor a minha procura, deixei tudo jogado na minha mesa e fui ver quem era e me deparei com jack, o '' louco '', o cara com quem tinha me enganado como nunca me enganei antes, não entendo o que ele estava fazendo aqui. e como ele me encontrou?

- karen, eu preciso falar com você ... - Jack falou com a expressão nervosa
- o que você faz aqui? - karen perguntou impaciente - Não vejo motivos pra esta aqui, por favor retírisse. - deu as costas a jack
- Não, espere, não é por mim é pelo justin.
- eu não tenho mais nada a ver com esse ... moleque - respondeu karen friamente
- ah, me desculpe, eu pensava que você o amava como ele a ama mais acho que me enganei, como ele se enganou. - falou enfurecido
- gargalhou e olhou pra ele e falou
- Não vai se retirar mesmo não é?
- Antes quero que me ouça e depois irei.
- Como quiser.
Pasmo com a reação de Karen ele deu inicio
- Eu vim aqui com um único propósito, Justin está com miocardite viral, você sabe o que é isso não é? O caso é grave, Justin se sente incapaz... Mas ele não é! E só você o pode ajudar, só você pode faze-lo reviver, Eu preciso que o ajude, ele precisa de você. - suspirou - Justin não sabe que eu estou aqui, mas eu sei que você é a luz que ele necessita nessa escuridão que o cerca e que está lhe enforcando então eu suplico aqui que o tire dessa.
Varias emoções percorriam pelo corpo de Karen, ela sabia que gostava muito do Justin mas quando a vida dele ficou em jogo ela simplesmente viu que não apenas gostava dele como o amava. Ela não sabia como aconteceu, tão rápido, tantos acontecimentos. A doutora tinha medo de Justin mas o amor que sentia por Justin conseguia limpar todas as suas feridas. E karen era boa, ela já o tinha perdoado só que Justin era errado e mal ela não podia se envolver com alguém assim. Porém subitamente ela percebeu que se ele fosse um problema, ela gostaria de está com esse problema... talvez valesse a pena.
- Es...pe..re - Jack assentiu - Onde Justin está? me diga!
- Um pouco longe, Fernando de Noronha, conhece?
- Não, mas não importa agora. quero ve-lo. - cada palavra que saia de sua boca, Karen percebia cada vez mas em seu subconsciente que o Justin era como uma parte dela.
- Venha comigo, meu carro está no estacionamente de baixo. - E Jack com os sorrisos nos lábios a levou até o carro. Tyler tinha chegado e agora Karen ali, ele sabia que Justin só precisava deles. Ele era rebelde, marginal pra alguns mas apesar de ter um coração enferrujado (brincou jack em seus pensamentos) ele tinha um.
Jack queria ter saído do Brasil faz 1 semana, ele  não podia ficar mas por muito tempo. Ele sabia que alguém tinha que matar Wood pois ele ia caçar os dois e ia encontra-los. Wood tem uma mente pertubada, ele não é apenas um lider de uma máfia onde não importa nada pra eles. Pelo contrário, importa sim, importa fazer todos os desejos do "velho todo poderoso" por mas obscuros e sublimes que sejam por mas PORCOS que sejam.
Mas ele ia esperar Justin se curar. Aquele garotinho marginal lembrava muito seu filho que wood matará e ele dizia a si mesmo que não iam leva-lo outro filho. Jack ao dizer isso a Justin ele caçou dele gargalhando e dizendo " Olha a viadagem ".
[...]
Sobre a luz do céu azul acinzentado Jack e a Dr. Karen Dimonds tinha chegado em Fernando de Noronha ao sairem do consultório que Karen alugara em Boa Viagem.
E lá estava Justin deitado em uma cama com o Tyler zoando ele.
- Porra tu é muito mole cara, não vai sair dessa cama não?
- Vai se ferrar - sorriu
Então ao Tyler ver Karen entrando sabia que tinha que se retirar.
- Vou ter que sair mano, fica na paz.
- Vai lá brother.
Justin tinha conseguido Maconha ele sabia que no Brasil era ilegal, mas não importava para ele, ele odiava ficar parado em uma cama como um coitadinho então quando Tyler se retirou ele meio que agradeceu a Deus, ele agora poderia fumar um pouco mas Karen entrou o impedindo de até pegar, fazendo com que ela não visse nada, o ''aliviando''. Justin poderia esta com uma expressão boa para alguns mas ele continuava o mesmo de sempre, apesar da doença está lhe prejudicando ele não ligava pra nada, só queria ficar bem logo para fazer Justiça aos seus. Matar... matar não, justin queria mas que matar Wood, ele queria o torturar até a morte.
- Justin... - Karen gaguejou nervosa ao ver Justin impossibilitado.
Justin engoliu seco - Oi
Karen sentou ao lado de Justin fazendo ele falar. - Não me olhe com essa cara, por favor.
- Não se intimide com isso... é... soube que está com miorcadite viral e...
- Vou precisar de um transplante ou morrerei. Legal não? Emocionante a minha vida. - Justin amava Karen mas ele era assim e ainda mas agora com ela olhando da quele jeito para ele, isso o afetou. Ele é forte não um fracote como pensam e como Jack disse a ele: Ele não vai se deixar vencer por essa vida de merda.
- Transplante? isso é meio que im... (Karen sabia que isso era difícil. Pessoas ficam 1, 2 anos esperando por um coração e as vezes com o coração canssado as pessoas morrem) - ela suspirou falando - Você consegue um, eu sei que vai conseguir, você é persistente, e olhe que eu sei bem sobre sua persistência - riu e justin riu em seguida

                                                                   [...]

Continuem lendo suas divas, se não vai ter final. E eu vou matar vocês aushauhs BLÉ mentira lá lá lá. Mas continuam viu? Rum sz - Brenda