- Justin ... aconteceu algo com o jack. - ela caminhou até justin, seus braços cruzados e o olhar fixo no chão
- o que? - Justin perguntou já pensando no pior, ele não sabia o que iria ouvir mais tinha conciência de que não era algo bom.
- ele ... - karen deu uma breve pausa - ele morreu.
- como morreu? - Justin perguntou, ele sentia seus olhos arderem e logo lagrimas escorriam por seu rosto, ele odiava chorar mais chorava, jack havia se tornado um '' amigo '' para ele como foi para o seu pai um dia.
- o wood ...
- ESSE FILHO DA PUTA! - justin esbravejou, com seu rosto vermelho e olhos marejados, parecia uma criança que havia acabado de se separar de seus pais.
- Calma justin, você não pode se exaltar, você acabou de sair de uma cirurgia ... - Karen tentou acalma-lo mais tambem chorava, chorava ao ver seu garoto chorando, ela não aguentava mais ve-lo sofrer, tudo parecia acontecer da pior forma para ele.
- Calma? como calma Karen? ele morreu por minha culpa, por minha culpa - justin falou entre choro, ele tinha suas mãos apoiadas no rosto enquanto karen alisava carinhosamente suas costas.
- não foi culpa sua justin.
- foi ... aquele filho da mãe nunca teria descoberto que o jack não tava maluco se eu não tivesse aceitado a droga de trabalho que ele me ofereceu. o Jack poderia tá lá, naquela porcaria de hospital psiquiatrico, vivo - Justin falava alto enquanto chorava como nunca chorou antes. Karen não sabia o que falar a ele naquele momento, nada que ela pensasse parecia se encaixar alí, nem todos os anos de estudos na área da psicologia a ajudaria ali, naquele momento tão pessoal. - droga, agora eu to aqui chorando feito um mané - Justin completou, karen o abraçou forte, ele soluçava entro o choro, e por um momento karen não viu mais aquele homem de 20 anos a sua frente, agora, naquele momento tão fragil ela via um menino, um bebe.
- se você tiver de chorar, chore como as crianças. Você foi criança um dia, e uma das primeiras coisas que aprendeu em sua vida foi chorar; porque faz parte da vida. Jamais esqueça que você é livre, e que demonstrar emoções não é uma vergonha, grite, soluce alto, faça barulho se tiver vontade. - karen falou sorrindo fraco, deu uma pequena pausa e logo continuou - essa é uma maneira rápida de sossegar. - completou dando um conforto ao coração de Justin.
- eu vou matar o wood, agora não só por mim, pelos meus pais, mais pelo jack. eu vou arrancar fora o coração daquele velho filho da mãe. - justin falou limpando as lágrimas que escorriam por seu rosto, Karen não tinha mais o que falar, apenas o abraçou mais forte.
[ .... ]
P.O.V karen
Justin finalmente havia tido alta do hospital e eu estava feliz, esperançosa por ele. Feliz digo por uma parte pois por outra estava mal, estava assim pelo amor da minha vida, em ve-lo tão para baixo daquele jeito, ele não gostava de demonstrar fraqueza, nunca, e uma forma de demonstrar é se mostrar triste, justin não se mostrava assim, quando ele estava para baixo só eu sabia, ele tratava todos com arrogancia, exceto eu é claro, só se ele estiver dispoto a panhar.
chegamos no hotel onde eu ele e Tyler iamos ficar, até ajeitarmos tudo para voltar pra New York. Justin estava disposto a se vingar de Wood de qualquer jeito e eu não o deixaria só nessa, não que eu quisesse que ele fosse se vingar, mas se jus for eu não vou abandonar ele nessa jornada de pedra e fogo.
- Não tinha que ser assim Karen! que merda.. que merda...
- Talvez a morte dele fosse preciso. Tudo tem um porque. Agora ele está bem, e eu não quero que você cometa mas uma idiotisse, asneira, burrada - riu e logo retornou ao tom - então fica bem. Você mas do que merece isso.
Justin levantou da cama, estava na sua casa de praia com Karen, Tyler tinha os deixados asós.
O sol brihava, dando alegria e paz que aos poucos foram contagiando JB.
Do nada, nosso garoto enfurecido baixou a "crista". Ele não sabia de onde veio essa paz, mas deixou expandir la em sua alma vingativa.
- Preciso que me escute... - Karen assentiu - Eu vou atrás dele. Esse mundo nunca foi justo e não vai ser agora que ele vai pagar por todas as futilidade e merdas que esse cara fez. Eu mesmo trato de fazer justiça. nem que eu vá pro quintos dos inferno. Ele vai pagar por toda a dor que eu senti.
- esse ódio todo não faz bem a ninguém justin, você não irá fazer justiça, só irá provar que é igual a ele, você está deixando ele te conromper.
- foda-se. - justin esbravejou
- foda-se você - karen falou irritada
- Nossa, é isso mesmo que eu escutei? a doutora boazinha falando palavrão? - justin riu
- idiota. você é um moleque, sério ... eu não aguento mais te falar a coisa certa a fazer e você fazer o errado, levar tudo na brincadeira. Droga, você precisa levar muito mais da vida para talvez um dia se tornar um homem, coisa que agora.. você está longe de ser.
Se levantou da cama olhando fixamente a justin. Estava inquieta, estava farta das idiotisses de Justin. Ele conseguia ver o mundo de uma forma tão repugnante que ele agora conseguia ficar repugnante.
- Você não sabe o que eu passei pra tá falando - justin sussurrou - você sempre foi a riquinha que não precisou ver o que eu vi quando era uma criança, viveu sempre em uma droga de pedestal que os seus pais te botaram, mesmo depois da morte deles você não sofreu o tanto que eu sofri, você sofreu o que todo mundo sofre, você sentiu a dor que qualquer pessoa sente quando perde alguém importante, eu não ... eu vi meus pais sendo mortos, e eu tinha só 7 anos.
Karen deu um leve sorriso mas suspirou colocando seus pensamentos em ordem e deu a primeira fala e talvez última se caso Justin o seu garoto se interessar de receber outras pelo resto da vida.
- eu só vou te falar uma coisa, não precisa sofrer para saber o que é melhor para você, e uma prova disso é você ... eu sei que você sofre, muito, mais parece que não aprendeu nada com isso.
Karen não queria falar assim, tão dura com justin mais era preciso, para ela justin não passava de um garoto imaturo que achava que sabia muito da vida por ter vivido na rua, mais ele não sabia, ele era apenas o que todos conseguiam ver ao olha-lo, um garoto, um garoto rebelde e sem rumo.
lágrimas já escorriam pelo seu rosto, antes de sair do pequeno quarto onde estavam deu uma última olhada em justin, ele a olhava com os braços cruzados sem expressão no rosto.
- pra onde você vai? - justin perguntou
- não sei.
CONTINUAAAAAAAAAA
bora começar a comentar? coisa boa é isso, eu gosto uehueheu namoral mesmo, comentem
bju na bunda
fernanda delicia
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