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''Ele a amava como nunca amou ninguém antes
Ela ao fechar os olhos sentia cada toque dele
os dois se amavam verdadeiramente
Um amor puro
sem restrições
Quando estavam juntos apenas um coração batia
eles eram um só
eram um só em meio a 7 bilhões''
Com os olhos Molhados e um leve sorriso no rosto Karen fechou seu caderninho onde escrevia, ou melhor, expressava se seus sentimentos que iriam ficar ali guardados como adentrados no seu coração.
Levantou se, direcionando se a sua escrivaninha de trabalho, analisou um paciente seu que iria entrar posteriormente.
30m de estudo sobre o paciente, analisando propiciosamente seu problema.
- Bom dia doutora Karen - sorriu gentilmente
- Olá - sorriu - pode entrar.
- Obrigada. - foi entrando e logo sentando no divã.
- Sobre a tricotilomania? esta indo tudo bem? - falou calmamente.
- Não doutora. Sempre que eu vou ler ou estudar algo vem aquilo...
- É a tensão... uma falta de controle. Mas antes de tudo quero que saiba que hoje não vai ser uma análise... Eu vou ter que parar com seu tratamento mas, um amigo meu se você quiser ele irá da continuidade a ele.
- Se é de sua confiança, também é da minha. Mas por que Karen? - falou triste
- Aqui é maravilho, o cheiro, a brisa, as pessoas... porém meu lugar é lá.
E depois de conversarem um pouco informalmente sobre a partida da doutora. Brenda se retirou se de lá.
Karen já havia conquistado diversas pessoas como clientes, uma confiança quebrada pois ela ligava para cada um deles agora informando que passaria seus casos para amigos dela psicologos pois ela já tinha decidido, Voltaria para sua terra, New York.
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Tudo que justin queria no momento era ter a resposta para tudo, não precisar pensar em mais nada, não quebrar a cabeça com mais nada.
Wood era sua maior preocupação, como ele iria mata-lo?
Justin não era muito de pensar em consequências tipo ser preso, ele só queria se vingar, se vingar do homem que ''Acabou com sua Vida'' .
Ele lembrou de amigo, um amigo que conhecidência ou não é segurança do wood. ele tinha o visto no dia do assalto mais não havia falado com ele, era impossivel naquelas circunstancias.
Justin levantou do seu sofá, sua cabeça ainda doia, era a tão conhecida ressaca. ele ao menos pensou em comer algo, foi diretamente para rua, pegou seu carro e dirigiu até a mansão de wood.
chegando lá haviam 3 seguranças a frente da casa, um deles seu amigo, Nathan.
- Aí cara, posso falar com você? - justin o chamou alto mais não gritando, os 3 olharam mais só nathan sorriu e veio até ele.
- Fala cara, tudo bem? - nathan falou cumprimentando justin
- tudo, então eu preciso de um favor nathan, e só você pode me ajudar.
- qual? pode falar, você sabe que eu te devo uma né? você me ajudou com aquela parada do tyler.
- esquece isso.
- então, fala qual é...
- eu preciso que você me coloque dentro da mansão, sem o velho saber.
- o sr. wood?
- ele mesmo.
- mais o que você vai fazer justin? não vai me colocar em encrenca não né?
- Não. relaxa, não é nada demais. e ai? vai me ajudar?
Nathan exitou em responder, depois de uma longa pausa ele finalmente falou.
- tá. é pra quando?
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- Fala biebeeeeeeer, e ai cara? - uma voz um tanto grossa ecoou pelo telefone
- cara, eu quero uma arma. - Justin falou sem rodeios
- arma? você vai fazer outro assalto bieber?
- é ... e ai? tem como arrumar?
- Claro, to com uma ponto 40 aqui, ta interessado ?
- demoro.
- passa aqui hoje, não vou tá em casa mais o niggas vai tá, pega com ele falô?
- Falô, valeu mends.
Justin desligou o telefone e continuou a dirigir, tudo já estava pronto, amanhã ele invadiria a mansão de wood e o mataria, sem mais.
Uma garrafa de vodka jogada no banco traseiro do carro parecia chamar por justin, ele passava os olhos nela a cada segundo.
ele resolveu pega-la.
ele bebia enquanto dirigia, ou melhor, voando agora ele esta.
seu coração batia acelerado, era adrenalina, o carro estava a 120 por hora e justin iria mais rápido se pudesse.
como ele queria não ter brigado com karen, que ao menos com ela fosse diferente, que pelo menos com ela desse certo.
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CONTINUA SUAS ASKENGA DI ALEXANDRI